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Novo palco e cartaz de excelência são apostas do Vilar de Mouros

Alto Minho

2019-08-22 às 06h30

Miguel Viana Miguel Viana

Criação de dois palcos é a principal novidade da edição deste ano do festival de música de Vilar de Mouros e permitiu a actuação de mais bandas, com menos tempo de intervalo entre as mesmas.

A existência de dois palcos (Meo e EDP) é a grande novidade da edição deste ano do Festival de Música de Vilar de Mouros que decorre entre hoje e o próximo sábado.
A instalação dos dois palcos tem como consequência o aumento de actuações por cada noite.
“Este ano temos mais um palco, o que nos permite criar algumas areas novas, como a área de DJ’s. Encurtamos, desta forma, a troca de palco e os tempos entre a actuação das bandas. Isso possibilita termos mais horário e mais uma área”, destacou Diogo Marques, responsável pela organização do festival.
A área de DJ’s permite animação até por volta das 04 horas e está aberta à população.
A criação de mais um palco e da nova área implicou o alargamento do recinto, com capacidade para 15 mil pessoas e trouxe “a possibilidade das pessoas se poderem movimentar no recinto. Como vamos intercalar as actuações, as pessoas vão passar do palco EDP para o palco MEO”, anunciou Diogo Marques.
No que se refere ao cartaz artístico, Diogo Marques assegurou que está marcado “pelas melhores recordações que todos os nossos festivaleiros têm, e que gostam de mostrar à família e aos amigos. Esse é o ADN (identidade) do festival”.
Algumas das bandas presentes são consideradas novidades.
No primeiro dia actuam os ‘The Cult’, os ‘Manic Street Preachers’ e Anna Calvi (no palco EDP).
O palco MEO acolhe os ‘Therapy’, ‘The Wedding Present’ e os ‘Tape Junk’
O dia 23 (sexta-feira) está reservada para os ‘The Off Spring’, ‘Skunk Anansie’ e Nitzer EBB (palco EDP) . Os ‘The Sister Of Mercy’, ‘The House of Love’ e ‘Clan of Xymox’ actuam no palco MEO.
No último dia ouvem-se os acordes dos ‘Gogol Mordello’, ‘Prophets of Rage’, e Linda Martini (palco EDP), O palco MEO acolhe os ‘Fischer - Z’, os ‘Gang of Four’ e os ‘Jarojupe’.
Esta banda minhota via ser alvo de uma homenagem “Estiveram no festival há 20 anos, e regressam agora para nos cantar algumas músicas. É uma espécie de homenagem para cantarmos os parabéns a esses 20 anos. Os ‘Jarojupe’ têm de estar connosco”, frisou Diogo Marques.
O festival fica, ainda, marcado pela vertente ambiental. “A parte ecológica está muito presente, desde a reciclagem das águas, com o aproveitamento dos chuveiros para as sanitas, o que significa que no campismo vamos gastar muito menos água”, revelou Diogo Marques.
Ao nível dos transportes, estão ao dispôr dos festivaleiros várias bicicletas, um serviço de transportes ‘ecobus’(entre a praia fluvial das Azenhas - Vilar de Mouros, e Caminha).
A CP associou-se ao evento com descontos de 30 por cento para quem se deslocar de e para Caminha, nos comboios ‘Intercidades’, ‘Inter-regionais’ e ‘regionais’, entre os dias 18 e 25 deste mês.
As pessoas com mobilidade reduzida também não foram esquecidas, com a melhoria da sinalética e dos acessos às diferentes àreas do recinto. Estas pessoas dispõem, ainda, de estacionamento próximo da entrada do recinto e de apoio por parte de técnicos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

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