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Novo vinho aponta estratégia para o futuro

Cávado

2020-08-10 às 06h00

Redacção Redacção

Solar das Bouças apresentou a Colheita Seleccionada para alguns clientes e também para os embaixadores da marca. Proprietário António Ressurreição confirmou que este vinho “é já um vinho de ruptura dos vinhos verdes tradicionais”.

“O vinho tem o poder de encher a alma de toda a verdade, de todo o saber e filosofia.”
in Jacques-Bénigne Bossuet

Tranquilo e seco. Com notas florais de rosa, aromas tropicais, fruta de caroço e flor de laranjeira. Um ligeiro toque de maracujá faz ainda a diferença. É tudo isso que pode saborear ao beber o vinho Colheita Seleccionada do Solar das Bouças, em Amares, que foi apresentado a clientes e aos embaixadores da marca. Com uma “estratégia diferente” para o futuro, o administrador assumiu que este novo vinho “é já um vinho de ruptura dos vinhos verdes tradicionais”. António Ressurreição quer “introduzir especialidades de pequenos lotes de pequenas parcelas, subindo na cadeia de valor e de qualidade”.

Associado à excelência dos vinhos verdes, o Solar das Bouças, que remonta a meados do século XVIII, foi adquirido pelo empresário António Ressurreição há dois anos. “Quando se tem um legado com uma história tão longa, aquilo que temos que fazer é preservar e acrescentar valor. Estou a tentar acrescentar pontos à história do Solar das Bouças”, confessou António Ressurreição, durante a apresentação do novo vinho da marca.
Sendo um ponto incontornável da Rota dos Vinhos Verdes e do turismo minhoto, o Solar das Bouças “era, há 30 anos, a par do Palácio da Brejoeira, em Monção, o vinho mais conhecido no mercado”, lembrou o empresário, referindo que os anteriores proprietários apostaram numa estratégia comercial diferente, dando passos na exportação e deixando cair o mercado nacional. “O que estamos a fazer não é recuperar o mercado nacional e deixar cair o mercado internacional. A nossa estratégia é continuar a trabalhar e a privilegiar o mercado internacional, mas queremos recuperar algum do passado e prestígio que o solar sempre teve nos vinhos”, confirmou António Ressureição.

No Solar das Bouças há essencialmente dois vinhos: Loureiro e Alvarinho. “Estamos a tentar fazer diferente e a subir na cadeia de valor e de qualidade dos nossos vinhos, tentando, em primeiro lugar, perceber o que temos aqui”, explicou.
A vinha, continuou António Ressurreição, “tem muitas parcelas e o que acontece é que o vinho de uma forma geral não era vindimado nem vinificado de forma separada”. O ano passado, começou-se já a vinificar parcela a parcela para perceber o que se tem. “Já verificamos que de parcela para parcela há situações muito diversas e vinhos com as mesmas castas que dão características excepcionais”, revelou. Perante esta realidade, António Ressurreição deixou a certeza: “vamos introduzir especialidades, pequenos lotes de pequenas parcelas que pela sua qualidade possam merecer essa diferenciação”.
A apresentação do novo vinho da marca Solar das Bouças contou com a presença de vários clientes e dos embaixadores da marca: Carlos Carvalhal (treinador SC Braga), Artur Passos (Caetano Auto) e Hugo Filipe (Officina’ 38).

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