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Oferecer escutismo de qualidade
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Oferecer escutismo de qualidade

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Oferecer escutismo de qualidade

Braga

2020-02-23 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Com 87 elementos, o Agrupamento n.º 2 - S. Lázaro tem crescido o efectivo ao longo da última década. “Só quando oferecemos qualidade é que os pais nos confiam os filhos”, assegurou a chefe de agrupamento, Joana Cunha.

“Contentai-vos com o que tendes e tirai dele o maior proveito que puderes. Vede sempre o lado melhor das coisas e não o pior.”
Baden Powell

O Agrupamento n.º 2 - S. Lázaro do Corpo Nacional de Escutas (CNE) tem vindo a ter um crescimento do efectivo. “Este crescimento tem que estar ligado a uma qualidade que, enquanto agrupamento, temos que oferecer e só quando oferecemos qualidade é que naturalmente os pais nos vão confiando cada vez mais a educação dos seus filhos”, justificou a chefe de agrupamento, Joana Cunha.
“Temos a perfeita noção que as famílias nos confiam o seu bem mais precioso: os filhos. Por isso, é com um enorme sentido de responsabilidade que recebemos esta confiança e temos que oferecer escutismo de qualidade”, justificou a chefe de agrupamento, assumindo a importância de ter “adultos formados e informados e que consigam responder às necessidades actuais das criança e dos jovens”.

Por tudo isto, o escutismo “faz cada vez mais falta à sociedade, às famílias, às crianças e aos jovens”, defendeu Joana Cunha, acreditando que o escutismo “oferece um projecto educativo que complementa a criança e jovem no seu crescimento e que os dota de um conjunto de competências e aptidões que depois no dia-a-dia, na família, no mundo do trabalho e na sociedade colocarão, naturalmente, em prática, porque cresceram com esse conjunto de aptidões e valores”.

Há seis anos, que o agrupamento usufrui de uma nova sede, que tem vindo a equipar e melhorar. “Foi com muito agrado, que na altura das obras da paróquia, vimos este espaço ser cedido ao agrupamento e temos a certeza que ajuda a implementar este projecto educativo”, confirmou a dirigente, assumindo o “privilégio” que o agrupamento tem em estar situado no centro da cidade. “Temos outros agrupamentos que ficam cá a pernoitar. Este espaço é da Igreja e dos movimentos da Igreja e é uma alegria estar com outros escuteiros e ver outros modos de estar e fazer escutismo”, afirmou Joana Cunha, referindo que o agrupamento é um movimento inserido na paróquia e está “aberto à comunidade”. “Só assim crescemos e os outros nos ajudam a crescer”, confirmou a chefe de agrupamento. Também para o assistente de agrupamento, cónego Roberto Mariz, “conseguir ter vivo e com vivacidade um agrupamento no seio de uma comunidade paroquial é uma mais-valia”. E o assistente justifica: “pela presença e participação que acaba por agregar no seio da comunidade e por uma pedagogia implementada e testada ao longo de muitas décadas e onde se percebe que consegue produzir frutos que são louváveis no enriquecimento da fé, no desenvolvimento humano e na socialização”.

S. Lázaro é casa e família

Há um projecto que o Agrupamento n.º 2 - S. José de S. Lázaro do Corpo Nacional de Escutas (CNE) não abdica: “que o agrupamento continue a ser um espaço de casa e de família”. Para a chefe de agrupamento, Joana Cunha, “S. Lázaro sempre foi, é e continuará a ser um espaço em que o elemento se sente em casa e onde vem buscar carinho e conforto, aliado ao crescimento conjunto com os seus pares.
Manter esta “identidade” é fundamental, porque no agrupamento desde o Lobito até ao Caminheiro, na sua maioria, todos se conhecem pelo nome. “Queremos continuar assim, só mantendo esta identidade e união é que nos tornaremos mais fortes, enquanto agrupamento e ajudaremos a formar crianças e jovens que façam a diferença, pela positiva, em todos os contextos onde estão inseridos”, confidenciou a chefe.

Outro projecto para o futuro do agrupamento é consolidar o efectivo. “Temos vindo a crescer e queremos, não necessariamente aumentar em termos de efectivo, mas consolidar o que temos vindo a conquistar, tendo presente que a realidade dos nossos adultos e os seus contextos profissionais são diferentes, bem como as disponibilidades e indisponibilidades também são outras e muito mais voláteis”, constatou Joana Cunha, defendendo que “é preciso ter um cuidado especial com os adultos, acompanhando-os para que possam ir respondendo, de um modo criativo e apelativo, às necessidades das crianças e jovens.”.

Também o facto de pais que foram escuteiros em S. Lázaro terem agora os filhos no agrupamento “é interessante, porque cria alguma dinâmica”. E Joana Cunha confidenciou: “somos privilegiados, porque sabemos que, no que precisamos, os pais dos nossos elementos e a comunidade paroquial estão sempre prontos e disponíveis”.
Um dos elementos do agrupamento é Afonso Veloso Chaves. Afonso é Lobito e está no agrupamento desde os seis anos. “O meu avô foi escuteiro e uma amiga minha também é escuteira em S. Lázaro e como estavam sempre a falar do que se faz no escutismo acabei por vir experimentar”, contou o pequeno, admitindo que está a adorar andar nos escuteiros. “Gosto muito das actividades ao ar livre e já fiz muitos amigos no agrupamento”, revelou o lobito, que tem oito anos.

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