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Onde andavas caro Rúben?

Desporto

2020-01-18 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Personalidade e identidade foi o que não faltou ao SC Braga para vencer na casa do FC Porto, com uma exibição de luxo, alicerçada num espírito de companheirismo notável e qualidade dos artistas.

Quinze (!) anos depois o SC Braga venceu o FC Porto no Estádio do Dragão. E que vitória! Os Guerreiros foram fiéis aos pedidos do técnico Rúben Amorim, que havia dito que queria uma equipa fiel à sua identidade e com capacidade para ferir o dragão. Ora, isso foi plenamente conseguido porque os jogadores estão a interpretar cada vez melhor aquilo que a equipa técnica lhe vem apresentando como modelo de jogo e a reprodução das ideias em campo estão a correr praticamente a cem por cento.
Há dias, Rúben Amorim diria que o compromisso táctico e dinâmico teria de estar nos 90% e que a percentagem restante resultaria da qualidade individual (que é muita) dos jogadores. Na verdade, não há como não ficar rendido a estas primeiras semanas de Amorim no comando da equipa. Consegue extrair o melhar de cada um de forma individual e depois isso reflecte-se na capacidade do colectivo em chegar ao estádio de um candidato ao títutlo e assumir desde logo que a vitória é o principal desejo.
Nem o facto de o remodelado sistema que o técnico está a implementar comportar riscos na fase defensiva amedronta os jogadores, que desde cedo acreditaram e fizeram acreditar que esta poderia ser realmente uma noite diferente e a pender para as cores dos minhotos.
Já agora, antes de passarmos ao filme dos momentos-chave da partida, quem não se recorda da infelicidade por que o SC Braga passou no Dragão, na época passada, quando acabou derrotado (1-0) num jogo em que enviou duas bolas aos ferros da baliza? Pois bem, desta feita, a felicidade também acabou por estar do lado dos arsenalistas, que viram os dragões desperdiçar duas grandes penalidades, ainda que numa delas Matheus tenha sido enorme, ao afastar a bola com o pé esquerdo - na outra Soares atirou ao poste.
Fransérgio - que sensacional exibição -, abriu o marcador aos cinco minutos, na ressaca de um pontapé de canto. O VAR ainda tentou perceber se havia alguma ilegalidade, mas estava tudo certo.
O FC Porto carregou mais na segunda parte, claro, e chegou ao empate depois dos tais dois penáltis desperdiçados. Teve de saber sobrer o SC Braga, mas foi recompensado pela perseverança demonstrada e os deuses do futebol puseram na cabeça de Paulinho o selo de mais três pontos. Bravo, Guerreiros!

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