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Organização defensiva justifica empate

Desporto

2020-07-06 às 23h40

Joana Russo Belo Joana Russo Belo

Moreirense e Sporting empataram a zero no jogo que fechou a 30.ª jornada. Cónegos jogaram com dez desde os 51 minutos, mas os leões não conseguiram furar a coesa e compacta defesa da casa. Manutenção garantida para equipa de Ricardo Soares.

Uma lição defensiva a justificar o empate. Moreirense e Sporting empataram sem golos no jogo que fechou a 30.ª jornada da I Liga, marcado pela expulsão de Halliche, aos 51 minutos, que obrigou os cónegos a jogarem com menos um jogador durante quase toda a segunda parte. Com esta divisão de pontos, os leões vêem o SC Braga aproximar-se na luta pelo terceiro lugar do campeonato, já o Moreirense está confortavelmente em oitavo lugar, não perde há quatro jogos e garantiu, matematicamente, a permanência na I Liga.

Com um onze com duas mexidas - Halliche e Bilel nos lugares de Iago e Luís Machado - o Moreirense entrou bem organizado em campo, frente a um Sporting que também se apresentou com quatro mudanças: Acuña, Jovane, Neto e Battaglia.
Num início de jogo dividido, destaque para a pressão intensa dos cónegos à primeira fase de construção da equipa leonina, a dificultar as saídas para o ataque. Foi, por isso, um Moreirense bem mais atrevido em campo o que se viu, a dispor de boas oportunidades de golo. No lance mais perigoso, Filipe Soares esteve perto de marcar num remate acrobático, após cabeceamento de Fábio Abreu.
O melhor que o Sporting conseguiu foi um lance de Ristovski já em cima do intervalo.

Na segunda parte, a história do jogo mudou aos 51 minutos, quando Halliche foi expulso com cartão vermelho directo, após perder a bola para Gonzalo Plata e a recorrer à falta quando o extremo equatoriano se preparava para seguir isolado para a baliza.
Reduzida a dez, a equipa de Ricardo Soares soube sofrer, aguentar a coesão defensiva e ameaçou o golo por Sori Mané, num golpe de cabeça, aos 62 minutos, numa altura em que já estava obrigada a defender perto da área para travar os leões.

A entrada de Wendel ainda galvanizou a equipa leonina, que cresceu no encontro face à superioridade numérica, mas a compacta defesa dos cónegos raramente permitiu espaços para criatividade no ataque.
Já nos descontos, o árbitro foi ao VAR analisar um lance de possível penálti para o Sporting, após um agarrão de Djavan a Coates, contudo Tiago Martins considerou que o agarrão não foi suficiente para justificar a marcação de castigo máximo, mantendo-se o nulo no marcador.

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