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Osteoporose causa 1500 mortes por ano no país

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Osteoporose causa 1500 mortes por ano no país

Braga

2021-10-21 às 06h00

Miguel Viana Miguel Viana

Dia Mundial da Osteoporose foi assinalado no Hospital de Braga com a realização de um rastreio destinado a pessoas com 65 ou mais anos.

Cerca de 1500 pessoas morrem anualmente por causas associadas à Osteoporose (doença que enfraquece os ossos).
Os números foram revelados ontem, Dia Mundial da Osteoporose. Para assinalar a data, o Serviço de Reumatologia do Hospital de Braga realizou um rastreio destinado a pessoas com 65 anos ou mais.
O objectivo, afirmou Ana Roxo, directora do Serviço de Reumatologia, foi o de alertar a população para a necessidade de prevenir a doença. “É uma doença que nós temos que prevenir porque, muitas vezes, as manifestações aparecem quando acontece a fractura (do osso). É a primeira acção que realizamos neste âmbito”, considerou Ana Roxo.
A maior parte das vezes a doença só se manifesta quando há um osso partido, mas é possível ser prevenida. “É importante conhecer os factores de risco. A prevenção deve começar desde a infância através de estilos de vida saudáveis, de uma boa alimentação, da suplementação de cálcio, da vitamina D (do Sol). O fumar e as bebidas alcoólicas também são factores de risco para a Osteoporose”, alertou Ana Roxo.
A nível local os dados não são conhecidos, mas a procura do Serviço de Reumatologia do Hospital de Braga tem aumentado. “Temos, efectivamente, uma grande percentagem de doentes com Osteoporose no nosso serviço, quer no pós-menopausa, e noutras patologias secundárias. É uma doença com elevada prevalência”, disse a directora do Serviço de Reumatologia do Hospital de Braga.
A doença afecta cerca de 10 por cento da população portuguesa, sendo mais prevalente nas mulheres do que nos homens. Por ano, o Serviço Nacional de saúde regista cerca de 40 mil fracturas em que a causa é a Osteoporose.
Os participantes no rastreio começavam com uma consulta com um médico reumatologista onde é feita uma avaliação do risco de fractura. Foram feitas questões que permitem avaliar o risco de fractura óssea num período de 10 anos. A informação segue para o médico assistente dos pacientes. Seguiu-se uma sensibilização para a prevenção por uma enfermeira.
Os participantes encararam o rastreio de uma forma muito positiva. “Acho bem que se faça todo o tipo de rastreio. Eu venho de uma consulta de Ortopedia e é bom fazer este rastreio. Venho saber o que se pode fazer com esta doença”, frisou José Gonçalves.
Aurora Pereira, de 75 anos, aproveitou o rastreio “para ver o que se passa. A idade não perdoa. O médico disse para eu comer muita hortaliça, verduras, iogurte, leite e queijo. Eu quase nunca como iogurtes. Umas dores aqui e outras acolá e a gente vai andando”, disse a senhora.

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