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Pacto ecológico europeu pode ajudar à recuperação económica

Vale do Ave

2021-01-19 às 06h00

Redacção Redacção

Chá Europeu juntou uma eurodeputada, um empresário e estudantes em torno do pacto ecológico europeu, numa iniciativa do Clube Europeu do Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco.

O Pacto Ecológico Europeu foi tema de conversa no "chá europeu" promovido pelo Clube Europeu do Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão.
O chá, servido por "zoom", juntou a eurodeputada Isabel Carvalhais, o economista José Roquette e os estudantes do curso de Engenharia Física e Tecnológica, membros do núcleo Ambientalista do Instituto Superior Técnico, (IST), Rita Santos e Paulo Figueiredo.
Na sua intervenção, Isabel Carvalhais explicou, de forma simples e didáctica, a importância deste “roteiro” para tornar a economia europeia mais justa, sustentável e coerente a nível ecológico e social.
A eurodeputada também alertou para um perigoso pensamento que tem vindo a crescer na população europeia devido à actual pandemia: a ideia de que o ambiente não é uma prioridade para a comunidade nacional e europeia. Ms ara Isabel Carvalhais, “travar a degradação ambiental é um objectivo urgente e prioritário para a manutenção da vida no nosso planeta, mesmo quando surgem crises sanitárias e humanitárias como a que temos vindo a experienciar”.
O economista José Roquette foi pioneiro no que toca ao desenvolvimento sustentável em Portugal. Os alunos do Clube Europeu consideram, até, que este se antecipou ao Pacto Ecológico Europeu devido ao seu trabalho na Herdade do Esporão ao longo de mais de quatro décadas.
Para José Roquete, as medidas ambientais que adoptou podem-se traduzir em recuperação económica se forem aplicadas na população em geral. Neste contexto, deixa um alerta para miúdos e graúdos: a Terra é, por enquanto, o único habitat da espécie humana, o que a torna num espaço que devemos preservar e respeitar.
Rita Santos, activista e entusiasta sobre as questões ambientais, alertou para o impacto negativo da exploração de energias não renováveis em Portugal e na Europa. Deixou também uma crítica pertinente ao apoio financeiro que estas indústrias recebem, apresentando como solução uma mudança nos sistemas de financiamento, que, na sua visão, devem apoiar urgentemente opções energéticas renováveis que constituam alternativas mais sustentáveis.
Paulo Figueiredo, ex-aluno do Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, deixa um apelo à cidadania dos jovens camilianos, reforçando a importância do voto para que estes adultos do futuro possam ter as suas vozes ouvidas e as suas preocupações resolvidas. Sugere, também, o diálogo entre os jovens e os representantes políticos, de forma a que possam continuar a surgir projectos como o Pacto Ecológico Europeu, que significa, de facto, um avanço no que toca aos cuidados com a saúde do planeta.

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