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Pais exigem celeridade para acabar com discriminação
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Pais exigem celeridade para acabar com discriminação

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Pais exigem celeridade para acabar com discriminação

As Nossas Escolas

2019-12-03 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Federação das Associações de Pais de Braga voltou a apelar ao Município de Braga para que seja resolvida com rapidez a polémica relacionada com as refeições escolares, para evitar discriminações entre alunos do concelho.

A Federação das Associações de Pais (FAP) de Braga voltou ontem a pedir celeridade na resolução da polémica relacionada com a cobrança aos encarregados de educação do tempo relativo ao acompanhamento das crianças na hora das refeições.
Manuel Ribeiro, presidente da FAP Braga, acompanhado por outros elementos da Direcção da FAP, participaram na reunião de câmara na expectativa de que fosse debatido o tema, uma vez que o PS tinha divulgado que ia apresentar uma proposta na reunião de ontem. No entanto, a proposta acabou por não ser incluída na ordem de trabalhos, uma vez que foi submetida “fora de tempo”, quando “a ordem de trabalhos já tinha sido fechada”.

“Entendemos que é mais do que tempo de ser tomada uma decisão. Uma decisão que tem de ser rápida para que não haja discriminação entre crianças nascidas e a estudar em Braga”, apelou Manuel Ribeiro, acrescentando ainda que no entender da FAP “não existe ilegalidade na cobrança” que está a ser feita aos pais.

Manuel Ribeiro aproveitou ainda para criticar o decréscimo no investimento na Educação previsto para 2020, realçando que existem muitas situações pendentes na escola que aguardam resolução. “A senhora vereadora conhece muito bem as situações, mas parece que as situações estão sempre em estudo e não se resolvem”, acusou e deu dois exemplos concretos: “a Escola EB 2,3 de Lamaçães depara-se com infiltrações de água no pavilhão, o que impede as aulas de Educação Física quando chove; na EB 1 de São João do Souto existem baldes nas salas de aula para apanhar água quando chove, há janelas partidas, há portas que não isolam, um conjunto lamentável de situações que se repetem noutros estabelecimentos de ensino”.

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