Correio do Minho

Braga, quarta-feira

- +
Parlamento aprova proposta para novas fontes de receitas da UE
PTW é mais uma prova de que Braga tem condições para fixar 'os melhores, mais inovadores e criativos'

Parlamento aprova proposta para novas fontes de receitas da UE

Membro da família real do Qatar conheceu as instalações do SC Braga

Parlamento aprova proposta  para novas fontes de receitas da UE

Nacional

2023-05-11 às 06h00

Redacção Redacção

Parlamento Europeu aprovou ontem a proposta da Comissão Europeia sobre a introdução de novas fontes de receitas da UE. José Manuel Fernandes fala num novo começo para a Europa.

Citação

“As finanças da União Europeia (UE) estão a atravessar um período crítico em que a falta de reforma teria efeitos altamente prejudiciais para o futuro da UE, as suas políticas, os seus objectivos e a confiança dos europeus e dos investidores na União”, explica o eurodeputado José Manuel Fernandes, co-relator do Parlamento Europeu sobre as receitas do orçamento, no âmbito da proposta aprovada ontem, pelo Parlamento Europeu, sobre a introdução de novas fontes de receitas da UE.
Numa resolução aprovada por 356 votos a favor, 199 contra e 65 abstenções, o Parlamento Europeu deu assim luz verde à proposta da Comissão Europeia sobre a introdução das referidas novas fontes de receitas.
Os eurodeputados fazem uma avaliação do processo de reforma até ao momento no âmbito do “roteiro para a introdução de novos recursos próprios”, afirmando que “as finanças da UE estão a atravessar um período crítico em que a falta de reforma teria efeitos altamente prejudiciais para o futuro da União Europeia, as suas políticas, os seus objectivos e a confiança dos europeus e dos investidores na União” - nas palavras de José Manuel Fernandes.
“Dentro de apenas quatro anos, os fundos vitais da UE que apoiam a investigação, a inovação, a agricultura, a saúde ou a transição ecológica podem sofrer cortes drásticos. De facto, todo o orçamento da UE terá de ser reduzido em mais de 15 mil milhões de euros por ano, a menos que asseguremos novas fontes de receitas directas para o sustentar”, alertou José Manuel Fernandes, porta-voz do Grupo PPE para os orçamentos, antes da votação no Parlamento Europeu de um novo relatório que insiste em novos recursos próprios.
“As taxas de juro mais elevadas aumentaram a pressão sobre o orçamento de longo prazo da UE, tornando o pagamento da dívida mais caro. Juntamente com outras crises inesperadas, o orçamento da UE já está espremido ao ponto de não haver margem de manobra em alguns domínios. A realidade é que o atual orçamento da UE está a ficar sem dinheiro para cumprir os objetivos acordados em conjunto”, sublinhou José Manuel Fernandes.
“A introdução de novas receitas diretas é essencial para garantir que a Europa possa continuar a recuperar e a reconstruir-se após a pandemia, sem sobrecarregar a próxima geração ou os Estados-Membros com montanhas de dívidas”, sublinhou.
Um acordo juridicamente vinculativo de 2020 entre as instituições da UE estabeleceu um plano para introduzir gradualmente novos recursos próprios no orçamento da UE, a fim de reembolsar a dívida contraída com o dinheiro emprestado para o Fundo de Recuperação da Covid-19 da União.
O primeiro destes novos recursos próprios, um imposto sobre os plásticos, foi introduzido em 2021. Estão a ser preparadas outras novas receitas provenientes do mecanismo de ajustamento das emissões de carbono nas fronteiras (CBAM) e uma revisão do regime de comércio de licenças de emissão da UE (ETS). Um imposto sobre as sociedades aplicável às maiores multinacionais com base no acordo OCDE-G20 está a avançar lentamente a nível internacional.

Deixa o teu comentário

Banner publicidade

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login Seta perfil

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a Seta menu

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.

Bem-vindo ao Correio do Minho
Permita anúncios no nosso website

Parece que está a utilizar um bloqueador de anúncios.
Utilizamos a publicidade para ajudar a financiar o nosso website.

Permitir anúncios na Antena Minho