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Paulo Cunha: “Muito obrigado a todos os famalicenses”

Vale do Ave

2020-07-10 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Dia da cidade de Famalicão ficou marcado, ontem, pela homenagem colectiva a todos os famalicenses pela “forma exemplar” como reagiram à Covid-19. Esta medalha simbólica “é um reconhecimento, mas também um incentivo”, apelou o presidente.

Em dia de festa, o Município de Famalicão homenageou ontem todos os famalicenses pela “forma exemplar” como souberam reagir à pandemia Covid-19. “Muito obrigado a todos os famalicenses. Cada um dos famalicenses é merecedor deste reconhecimento tal como todos aqueles que já o foram no Dia da Cidade”, justificou o presidente da autarquia, Paulo Cunha, deixando a certeza: “os famalicenses superaram-se, estavam e estão preparados e eu estou seguro que estamos em condições de ser bem sucedidos”.

A cerimónia solene do Dia da Cidade realizou-se, ontem ao final da tarde, na entrada principal do Parque da Devesa, um dos grandes cartões de visita da cidade, que passou a ser simbolicamente chamado de Praça da Cidadania e passa também a ostentar o símbolo do concelho e a palavra Famalicão em monobloco. “Esta foi uma das formas que o Município de Famalicão encontrou para marcar o Dia da Cidade 2020, que se realizou este ano em circunstâncias muito especiais com uma grande homenagem colectiva”, explicou Paulo Cunha.
O Parque da Devesa é, continuou o autarca, “um dos ícones, uma referência da cidade e um exemplo de cidadania e qualidade de vida” e o Município de Famalicão “quer fixar esta referência de cidadania, associando esta praça a todos os famalicenses”.

Ainda no discurso da sessão solene, o presidente referiu que não quer que “a história apague as referências, mas que perpetue e memória e a forma como os famalicenses combateram a pandemia”. Não só os profissionais de saúde, os bombeiros, os elementos de segurança e os serviços essenciais, mas também “todos os homens e mulheres que em circunstâncias difíceis e pouco notadas” tiveram responsabilidade na forma como se lidou com esta situação.
Este é um “sinal” da força da comunidade “responsável e cúmplice”, que o concelho tem sabido construir.

O presidente admitiu ainda que “o muito que já se fez por uma verdadeira comunidade está a gerar frutos”. Mas Paulo Cunha deixou o apelo: “há muito mais a fazer, todos percebemos que só apostando nas qualificações profissionais, nas competências cidadãs, na criação dos laços comunitários e nos climas de compromisso e de cumplicidade ao nível da freguesia, da rua, do bairro e do próprio prédio é que nós ficamos mais qualificados, com melhores condições e melhores preparados até para lidar com circunstâncias impensáveis”.
Por isso, o Município de Famalicão decidiu “e bem”, este ano, reconhecer todos os famalicenses no Dia da Cidade. “Sinto um enorme orgulho em cada homem e em cada mulher, independentemente da faixa etária, profissão ou freguesia onde mora, estuda ou trabalha, é merecedor desta distinção tal como foram todos os famalicenses distinguidos até hoje”, assumiu Paulo Cunha, confirmando que este reconhecimento “é da mais elementar justiça”.
Esta situação pandémica “aconteceu, está a acontecer e vai, lamentavelmente, continuar a acontecer” o que “reforça ainda mais esta condecoração” a cada um dos famalicenses.

Paulo Cunha apelou, entretanto, que esta condecoração é um reconhecimento, mas também um incentivo. “Esta medalha que cada um dos famalicenses vai ter ao peito simbolicamente é o reconhecimento pelo trabalho realizado, mas também um estímulo para o que ainda há-de vir. Muito obrigado e continuem com esta forma de estar, ser e fazer”, pediu o presidente. Paulo Cunha foi mais longe: “sintam-se convocados a continuar a fazer o que fizeram até agora uma vez que as circunstâncias ainda não acabaram e fazem, lamentavelmente, parte dos nossos dias”.

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