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“Precisamos do escutismo mais do que nunca”
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“Precisamos do escutismo mais do que nunca”

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“Precisamos do escutismo mais do que nunca”

Braga

2020-10-25 às 06h30

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

A celebrar 70 anos, o Agrupamento n.º 207 - Aveleda já regressou à sede, após o confinamento. Rita Marques, que acabou de ser empossada como chefe de agrupamento, está optimista.

O Agrupamento n.º 207 - Aveleda do Corpo Nacional de Escutas (CNE) já arrancou o novo ano escutista com uma nova direcção, liderada pela dirigente Rita Marques.
“Desde que o CNE oficializou a retoma da actividade também começamos, de forma lenta e segura e depois de criar as condições necessárias, a retomar à sede do agrupamento com todas as regras de segurança e higiene impostas pelo CNE e pela Direcção Geral de Saúde”, assegurou Rita Dias, que acabou de ser empossada como chefe de agrupamento.
Como chefe da IV Secção - Caminheiros (jovens dos 18 aos 22 anos), Rita desafiou os jovens a ‘ser ponte’ com os restantes elementos das secções durante o período de confinamento. “Dinamizamos o contacto com os miúdos, participamos em todas as actividades nacionais e regionais que foram lançadas pelas redes sociais e com videochamadas também fomos mantendo contacto com todos os escuteiros”, contou a jovem dirigente, que está no agrupamento desde os seis anos, quando entrou para a Secção dos Lobitos.
Quando tomou posse como chefe de agrupamento, no passado mês de Setembro, Rita Marques sentiu os adultos desmotivados e, sobretudo, preocupados com toda esta ‘nova realidade’, já que o escutismo se “faz muito a partir do toque e da partilha”.
O “primeiro passo” da nova chefe de agrupamento foi “motivar” e mostrar aos outros dirigentes que são capazes. “Precisamos mais do que nunca do escutismo e foi preciso dar um ‘empurrão’ aos adultos, porque somos nós que temos que ‘sair da caixa’ e sentir que vale a pena”, referiu a dirigente, destacando que os escuteiros do agrupamento estavam “ansiosos e motivados para regressar”.
Daqui para a frente é “um dia de cada vez”, sendo que a direcção do agrupamento “vai ajustando toda a situação”. E Rita Marques garantiu: “se hoje for possível fazer uma actividade e depois já não for possível vamos ter que nos adaptar”.
No início do ano escutista, a direcção do agrupamento reuniu com os pais, por secções, “de coração aberto”, até porque “só com uma partilha mútua é que isto pode resultar”. O Estado de Calamidade “veio agora pôr toda a gente mais reticente e de pé atrás, mas é preciso gerir um dia de cada vez”, apelou.

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