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Presidenciais: Filas, segurança sanitária e apelos ao voto
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Presidenciais: Filas, segurança sanitária e apelos ao voto

Nacional

2021-01-24 às 15h00

Rui Miguel Graça Rui Miguel Graça

A eleição para Presidente da República está a ser marcada, como é natural devido à pandemia, por algumas filas em secções de voto. A segurança sanitária é obrigatória numa fase em que o país atinge números recordes e nota-se igualmente o apelo ao voto por diversos cidadãos, nomeadamente nas redes sociais. Em Braga a manhã não fugiu à regra.

São principalmente as escolas que, nas freguesias da cidade de Braga, estão a receber os eleitores. O jornal Correio do Minho esteve na André Soares, Carlos Amarante, Sá de Miranda, Real e Sé, bem como na Junta de Freguesia de Gualtar. A distância de segurança é obrigatória, facto que leva a um aumento de filas nas secções de voto. Os apelos dos cidadãos ao voto foram uma tónica registada, nomeadamente nas redes sociais. Também os lideres partidários defenderam o combate à abstenção, assegurando que estão reunidas as condições de segurança num cenário de pandemia e, numa altura, em que Portugal atinge os piores números de sempre.

Em grande parte dos casos, o dever cívico de votar falou mais alto do que o receio ao vírus.

Em Celorico de Basto, distrito de Braga, o Presidente da República e recandidato ao cargo, Marcelo Rebelo de Sousa, votou e saudou o facto de as eleições estarem a decorrer cumprindo as regras sanitárias exigidas pela pandemia, inclusive “com paciência das pessoas onde há filas".

Marisa Matias votou em Coimbra. Tiago Maya Gonçalves no Porto. André Ventura em Lisboa, tal como Vitorino Silva. Vitorino Silva votou na Junta de Freguesia de Rans, em Penafiel. Ana Gomes foi a última dos sete a votar, concretamente na Escola Secundária de Cascais.

Se um dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos será eleito já hoje chefe de Estado, mas caso contrário haverá uma segunda volta, a 14 de fevereiro, com os dois concorrentes mais votados.

As urnas fecham às 19 horas.

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