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Problemas na EB 1/JI de Aveleda vão ser resolvidos com empreitada
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Problemas na EB 1/JI de Aveleda vão ser resolvidos com empreitada

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Problemas na EB 1/JI de Aveleda vão ser resolvidos com empreitada

2021-05-04 às 11h30

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Para resolver os problemas que afectam a EB1/JI de Aveleda, a Câmara vai lançar uma empreitada , depois de ter constatado que não consegue resolver a situação com recursos próprios.

O presidente da Câmara de Braga admitiu ontem que não é possível resolver com meios próprios do Município os problemas que afectam a EB 1/JI de Aveleda, pelo vai ser lançada uma empreitada para, ainda durante o Verão, resolver as situações que nos últimos dias têm sido denunciadas pela Associação de Pais.
Ricardo Rio referiu que o projecto para a empreitada “está já em elaboração”, estando prevista para ontem à tarde uma visita dos técnicos da Divisão de Obras ao estabelecimento de ensino.
As obras devem decorrer durante período não lectivo, portanto ainda nas férias de Verão.
O tema foi levado ontem a reunião de Câmara pelas vereadoras Liliana Pereira, do PS, e Bárbara Seco, da CDU, a quem a Associação de Pais recorreu para denunciar as queixas existentes.
De acordo com as vereadoras, as queixas prendem-se essencialmente com três situações: a degradação avançada do parque infantil da EB1; o intenso calor que, sobretudo na Primavera e Verão, se faz sentir nas salas de aula que obriga mesmo à utilização dos corredores para dar aulas; e os problemas de humidade e infiltrações no edifício do Jardim de Infância, onde inclusive já caiu um bocado de tecto.
Liliana Pereira especificou que as enormes janelas das salas de aula têm cortinas de ‘blackouts’, mas que “não tapam suficientemente a exposição solar, nem previnem a entrada de calor”. Além de que as janelas contam apenas com uma abertura no topo, de cerca de 30 centímetros, “mas para abrir as janelas e fazer circular o ar, as cortinas têm de estar abertas e portanto entra luz solar”.
Na resposta, Ricardo Rio realçou que o equipamento sobre de “problemas infra-estruturais de raiz”, como a exposição solar, “muito difíceis de corrigir”. Referiu mesmo que os erros de concepção de obra “são quase impossíveis de corrigir sem haver uma nova construção”.
Anunciada a empreitada, a vereadora da CDU questionou “se, enquanto a questão não é solucionada, não é possível colocar dois ou três aparelhos de ar condicionado portáteis para mitigar o calor nas salas de aula”. Em resposta, a vereadora Lídia Dias explicou que essa solução tem sido recusada às escolas “por questões de saúde”, mas referiu que a autarquia está a estudar formas de atenuar o impacto do calor, nomeadamente através da colocação de uma película especial nas janelas que permita reter a entrada do sol e manter as janelas abertas para circulação do ar.
Relativamente ao parque infantil degradado, Ricardo Rio explicou que foi decidido atribuir à Junta de Freguesia de Celeirós, Aveleda e Vimieiro um subsídio para que seja instalado um novo parque infantil no local. O apoio deve ser aprovado na próxima reunião de Câmara a 17 de Maio.

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