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Programa educativo “chega a todos” no Agrupamento Dr. Francisco Sanches
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Programa educativo “chega a todos”  no Agrupamento Dr. Francisco Sanches

As Nossas Escolas

2021-06-26 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Já lá vão alguns anos, que o Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Sanches abraçou o Centurium. Este ano lectivo, apesar dos constrangimentos, foram encontradas novas soluções. Jogos foram pintados nos bancos do recreio para todos jogarem.

Apesar dos constrangimentos provocados pela pandemia, o Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Sanches encontrou “novas soluções” para implementar o programa educativo Centurium nas escolas. O programa educativo, que está implementado no agrupamento já lá vão pelo menos seis anos, “chega a todos” os alunos do 1.º, 2.º e 3.º ciclos. “Só pela mobilização que os professores conseguiram junto dos alunos vale a pena continuar”, confirmou o director do agrupamento, Arlindo Sousa, evidenciando os jogos que foram pintados nos bancos dos recreios da escola para os alunos jogarem.

Com professores de várias áreas disciplinares a fazer a formação Centurium para chegar a cada vez mais alunos, Arlindo Sousa assumiu o “sucesso” do programa educativo dentro de portas. “Foram muitas as actividades interessantes que os professores conseguiram realizar e mobilizar os alunos, inclusive através de outras actividades que já apreciam”, contou o director, exemplificando o caso de um aluno que conseguiu adaptar um dos jogos Centurium para um jogo online no telemóvel. A pintura dos tabuleiros dos jogos nos bancos do recreio da escola foi outra das actividades que mereceu destaque por parte de Arlindo Sousa, referindo que os alunos quando chegam aos interva- los vão logo jogar e para isso só precisam de pedras ou paus que apanhem do chão.

A professora Agostinha Fernandes, que é coordenadora da equipa multidisciplinar de apoio à educação inclusiva, lembrou que o Centurium começou no agrupamento precisamente com os alunos de educação especial.
“O objectivo é englobar todos os alunos, sem excepção. Claro que com os alunos com dificuldades ao nível cognitivo ou até com traços de autismo, no confinamento, foi mais difícil. Tivemos que trabalhar no zoom e não é fácil, porque eles têm que jogar com o adversário que não estão a ver e isso obriga a que nós, professores, estejamos sempre ao lado deles para ajudar a familiarizarem-se com o processo online”, contou a professora, garantindo que “correu tudo bem”.

Para Agostinha Fernandes, os jogos “desenvolvem a capacidade de planeamento e a socialização, além de outros conceitos básicos como deslocarem-se para a direita e para esquerda”. Os alunos de educação especial aprenderam inclusive no Jogo Moinho a numeração romana. O facto de jogarem com outros alunos também “aumenta a auto-estima, porque acabam por jogar com outras crianças e até ganhar jogos”, confidenciou a professora, admitindo que com o regresso ao ensino presencial “tudo ficou mais fácil” e o momento do jogo é “uma verdadeira festa”.

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