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Projecto agrícola da Valoriza premiado
“É um clube ecléctico, de sucesso nacional e reconhecido em termos europeus e mundiais”

Projecto agrícola da Valoriza premiado

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Projecto agrícola da Valoriza premiado

Cávado

2020-12-02 às 06h00

Redacção Redacção

Verba atribuída pelo júri do Prémio BPI ‘La Caixa’ Rural 2020 vai ser aplicado na criação de uma pequena produção agrícola. Projecto ‘Ruralidades - Semear para Colher’ visa a integração socioprofissional e o emprego protegido dos utentes da associação.

O projecto ‘Ruralidades - Semear para Colher’, desenvolvido pela associação Valoriza foi distinguido pelo júri do Prémio BPI ‘La Caixa’ Rural 2020.
A projecto da associação amarense ficou entre os 20 premiados com o financiamento máximo previsto, de 60 mil euros.
A autora do projecto e directora de serviços da Valoriza, Elisabete Teixeira, destaca que a verba do prémio será a “alavanca necessária para lançarmos o projecto a partir de Janeiro, com a instalação da unidade agrícola, que ficará a uns 400 metros de distância do nosso CAO (Centro de Actividades Ocupacionais), em Amares”.

O projecto conta com a participação de oito utentes do CAO e consiste numa pequena produção agrícola. Os utentes destacados serão tecnicamente orientados, de maneira a que, “pelo menos três deles, sejam integrados ao nível socioprofissional, ao abrigo de actividades socialmente úteis ou, quem sabe, das medidas de emprego protegido”, revela a responsável.
A unidade agrícola vai trabalhar com os princípios da produção biológica e, revela a associação Valoriza, “tem na ATAHCA (Associação das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave), um parceiro fundamental que se envolveu na candidatura, desde o início, para além de que, com o seu projecto nacional PROVE, apoiará o escoamento dos produtos que resultarem deste trabalho”.

A direcção da Valoriza realça que esta distinção “é mais uma prova da qualidade e inovação que são marca distintiva dos nossos serviços”.
Este é já o terceiro prémio nacional da história da associação,
depois dos atribuídos pela Fundação EDP, em 2013, ao projecto ‘Luz de Presença’ e pela Fundação Calouste Gulbenkian, já este ano, ao ‘R@ízes.’

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