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Projecto SIGO da Póvoa de Lanhoso dá resposta a quem sofre de violência
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Projecto SIGO da Póvoa de Lanhoso dá resposta a quem sofre de violência

“Através da cultura para todos criamos um acto de inclusão social”

Projecto SIGO da Póvoa de Lanhoso dá resposta a quem sofre de violência

Cávado

2020-07-30 às 06h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

Só no ano passado, o SIGO - Serviço para a promoção da Igualdade de Género e de Oportunidades da Póvoa de Lanhoso acompanhou 63 novos casos relacionados com violência doméstica e de género.

Meia centena de mulheres e 13 homens povoenses foram vítimas de violência doméstica e de género no ano passado sendo acompanhados como “novos casos” pelo SIGO - Serviço para a Promoção da Igualdade de Género e de Oportunidades da Póvoa de Lanhoso.
Avelino Silva, presidente da Câmara Municipal povoense, desta a importância do projecto de intervenção, que une várias entidades parcerias no mesmo objectivo de combate à violência doméstica. “Agradecemos e louvamos a postura e apoio que todas as entidades parceiras têm, ao longo dos anos, prestado a esta resposta criada pelo Município da Póvoa de Lanhoso, que visa apoiar e melhorar as condições de vida de quem sofre de violência”, sublinhou o autarca, na avaliação do projecto SIGO relativo ao ano 2019.

Recorde-se que o SIGO foi criado há dez anos pela autarquia povoense, tendo sido “um serviço inovador e pioneiro no país”, não só por se basear numa estratégia de “trabalho em rede”, como por ter uma linha de atendimento permanente com acolhimentos de emergência e intervenção preventiva.
Dos 63 novos casos que o projecto SIGO povoense acompanhou no ano passado, 20 destes processos continuaram a ser monitorizados pelo serviço, até porque, nas situações reportadas, os filhos também foram expostos à violência.

Ao todo, só no ano de 2019, o projecto SIGO realizou um total de 205 atendimentos presenciais e acudiu a oito situações de emergência, das quais resultaram dois acolhimentos de emergência e duas integrações em Casa de Abrigo. Os meses de Abril, Setembro e Dezembro foram os que registaram mais casos, denunciados pelo próprio cônjugue.

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