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Prolongar túnel é solução para unir ruas Nova de Santa Cruz e D. Pedro V
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Prolongar túnel é solução para unir ruas Nova de Santa Cruz e D. Pedro V

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Prolongar túnel é solução para unir ruas Nova de Santa Cruz e D. Pedro V

Braga

2020-07-28 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Mantém-se objectivo de restabelecer a união, à superfície, das ruas Nova de Santa Cruz e D. Pedro V. Das três soluções apontadas em 2016, a Câmara apenas pondera o prolongamento do túnel da rodovia.

A Câmara de Braga abandonou definitivamente duas das três soluções apontadas, num estudo de 2016, para restabelecer a ligação entre a rua Nova de Santa Cruz e a rua D. Pedro V. A única opção viável para o executivo liderado por Ricardo Rio passa por fazer o prolongamento do túnel da rodovia, na rotunda das piscinas. No entanto, o elevado custo da intervenção faz com que a mesma não se vislumbre num futuro próximo.
O assunto foi trazido à ordem do dia pelos vereadores da oposição, perante o concurso público para repavimentar a Avenida Padre Júlio Fragata.
A oposição quis saber se a repavimentação daquela avenida vai afectar o objectivo que tinha sido assumido pela Coligação ‘Juntos por Braga’ de restabelecer a ligação entre o centro da cidade e o campus da Universidade do Minho, que foi cortada pela Av. Padre Júlio Fragata.

Além do prolongamento do túnel, permitindo ligar à superfície as duas ruas, as outras duas soluções apontadas eram a criação de uma rotunda ou a colocação de semáforos no cruzamento das vias.
Ricardo Rio explicou que quer a rotunda quer os semáforos seriam soluções que, apesar de bem mais acessíveis, iriam complicar ainda mais o fluxo do trânsito naquela zona da cidade, que além de ser muito movimentada está relativamente perto do Nó de Infias, o ponto mais complicado do trânsito em toda a cidade.
“A única alternativa em aberto é o prolongamento do túnel, mas essa é uma solução que para lá da vertente técnica exige recursos financeiros consideráveis e que teriam de ser enquadrados em novas oportunidades de investimento”, explicou o edil.

A opção da Câmara foi criticada por Artur Feio. O vereador do PS considera que a autarquia deveria avançar com soluções experimentais para medir o real impacto das outras soluções agora colocadas de lado.
“Algo tem de ser feito”, defendeu Artur Feio, acusando a câmara de “empurrar para a frente” a resolução de uma situação “que é preciso resolver”.
Artur Feio admite que o túnel seria a melhor solução, mas lembra que do ponto de vista prático é a mais difícil de implementar, sobretudo não havendo financiamento. Assim, o vereador do PS sugere que a autarquia avance com as outras soluções, ainda que a título provisório, para encontrar um alternativa que permita restabelecer a ligação da D. Pedro V e a Nova de Santa Cruz.
Na mesma linha, a CDU defende que é necessário proceder não só à ligação das duas artérias, como corrigir o impacto que a Av. Padre Júlio Fragata tem no tráfego.“Esperamos que esta repavimentação não seja mais um obstáculo à ligação que tem de ser restabelecida entre aquelas duas artérias”, disse Carlos Almeida.

Câmara pondera radares para limitar velocidade na Av. Padre Júlio Fragata

A Câmara Municipal de Braga está a estudar a possibilidade de implementar um “controlo mais coercivo” do excesso de velocidade, nomeadamente através da implementação de radares, na Avenida Padre Júlio Fragata.
A revelação foi feita ontem, em reunião de câmara, no momento e que se discutia o ponto relativo à abertura do concurso público para a repavimentação da Avenida Padre Júlio Fragata, pelo valor base de 787.344 euros.
A intervenção foi alvo das críticas da oposição, que criticam a substituição do actual separador de vias por railes. Tanto a CDU como o PS consideram que essa mudança será um convite para que os automobilistas acelerem, uma vez que lhes transmitirá uma falsa sensação de segurança.

Ricardo Rio admitiu que é necessário introduzir mecanismos que limitem a velocidade no local, revelando que esse é um assunto que está em estudo e que poderá passar não só por ter mão pesada no que a multas diz respeito, mas também pela colocação de radares no local.
O presidente da autarquia justificou que o piso daquela avenida, uma das mais movimentadas da cidade, está “extremamente degradado” considerando que o novo piso, a introdução de railes de protecção e de um novo sistema de iluminação e o arranjo dos passeios vai contribuir para “aumentar a segurança de todos os que circulam naquela artéria”.

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