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Propostas desafiam para as diferentes artes

Vale do Ave

2020-01-15 às 06h00

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

A Oficina apresentou a sua agenda até Abril com um conjunto de propostas que cruzam diferentes artes e equipamentos culturais de Guimarães.

Guimarães continua empenhada em mostrar que “é um território diferente na cultura” e desafia os cidadãos, vimaranenses e não só, com uma programação que toca diferentes artes e que passa por diferentes equipamentos culturais da cidade e do concelho.
Foi com uma “viagem de sabores”, à boleia do restaurante “Cor de Tangerina” e passando pelos vários países e culturas presentes nas propostas culturais até Abril, que A Oficina apresentou ontem a sua programação para o primeiro quadrimestre deste ano.

Há “caos e ritmo” “para além da História”, mas também espaço para reflectir sobre “A possibilidade do museu” e dá-se palco à criação em diferentes artes , desde a dança à música, num conjunto de propostas culturais.
O “projecto d’ A Oficina abarca todas as artes e transforma uma cidade, uma região e um país” aponta o director artístico da cooperativa, Rui Torrinha, assumindo que a programação procura reflectir esta diversidade. Entre as novidades estão as “Perspectivas sobre o poder” que se desenrolam em torno das artes performativas e em três “actos”, entre Fevereiro e Março. A vereadora da Cultura do Município de Guimarães, Adelina Paula Pinto, acredita que “estão reunidas as condições para 2020 ser um ano diferenciador para Guimarães na área da cultura”, o que se deve, em seu entender, à “maturidade” d’A Oficina.

Para Adelina Paula Pinto, a prova de maturidade é que “há um pensamento sobre a cidade e uma ligação entre as várias áreas em equipamentos culturais da cidade”.
A cumprir o seu terceiro mandato com o pelouro da Cultura, a vereadora assume, também ela, “um olhar mais interventivo e mais opinativo sobre a cultura e sobre o papel d’ A Oficina”.
“Vamos acrescentando, fazendo conexões e reflectindo, sempre com o desafio de avançar para novos horizontes” afirma a responsável municipal que acredita que este “desasssossego” é a fórmula para formar “um cidadão mais criativo e mais interventivo”.
Adelina Paula Pinto admite: “queremos desassossegar e mostrar que Guimarães é um território diferente na cultura” e que sabe “construir sobre o passado que nos honra um futuro”.
A vereadora realça ainda a preocupação de equidade. “Tentamos fazer programação da maior qualidade, mas que qualquer pessoa não deixe de ir pelo preço dos bilhetes”.

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