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Póvoa de Lanhoso acolheu abertura regional do ano escutista

Cávado

2020-09-28 às 06h00

Lurdes Marques Lurdes Marques

“Para tornar possível o que agora parece impossível, o movimento escutista deve regressar à sua essência, trabalhando em pequenos grupos, no máximo de oito, no chamado ‘sistema de patrulhas’”. Esta foi uma das notas deixadas ao Correio do Minho, por Catarina Miranda, empossada, na manhã de ontem, como Chefe Regional de Braga, numa cerimónia que decorreu junto à Igreja do Pilar, na Póvoa de Lanhoso.

“Para tornar possível o que agora parece impossível, o movimento escutista deve regressar à sua essência, trabalhando em pequenos grupos, no máximo de oito, no chamado ‘sistema de patrulhas’”. Esta foi uma das notas deixadas ao Correio do Minho, por Catarina Miranda, empossada, na manhã de ontem, como Chefe Regional de Braga, numa cerimónia que decorreu junto à Igreja do Pilar, na Póvoa de Lanhoso. A nova equipa regional tomou posse para o triénio 2020 a 2023, com o último ano do mandato a coincidir com as comemorações do centenário do movimento escutista em Portugal.
As cerimónias iniciaram com a eucaristia campal, junto à Igreja do Pilar, presidida pelo arcebispo primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, à qual se seguiu a tomada de posse dos Órgãos Regionais e a inauguração da sede da Junta de Núcleo da Póvoa de Lanhoso, um sonho que vinha sendo acalentado há 18 anos. A nova sede resulta de uma doação realizada pela associação ‘Contacto’, que extinguiu a sua actividade e que era presidida por Frederico Castro, presidente da Comissão Política do PS da Póvoa de Lanhoso.

Os escuteiros dos nove núcleos assistiram à transmissão online nas redes sociais e cada núcleo fez-se representar nas cerimónias pelo Chefe de Núcleo.
Pegando no tema regional do ano escutista ‘Ser +’, o arcebispo primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, explicou que ‘somos mais’ quando consideramos a caridade como código de vida. Aquele responsável acentuou que o escutismo tem uma pedagogia e uma metodologia que deve ser aproveitada.
A pandemia, como explica D. Jorge Ortiga, está a obrigar-nos a conviver com a internet, pelo que, as novas tecnologias devem ser aproveitadas no serviço da evangelização. É pois, preciso colocar o mundo digital ao serviço da evangelização.

Os problemas sociais não foram esquecidos, com o arcebispo primaz de Braga a deixar um repto: “Procurai ver e descobrir nas vossas paróquias os problemas sociais que existem”, sendo homens e mulheres de acção e não de discurso fácil, promovendo uma intervenção na comunidade para eliminar as referidas situações”.
Para D. Jorge Ortiga, ser escuteiro é ser mais e melhor cristão e ser mais e melhor cidadão.

Como desafio final, e destacando o centenário do CNE, em 2023, o arcebispo de Braga pediu aos presentes que sejam escuteiros genuínos, não se afastando do verdadeiro escutista.
Catarina Miranda é a primeira mulher a ocupar o cargo de Chefe Regional do CNE de Braga, sucedendo a Hugo Cunha.
A ideia de Catarina Miranda foi também partilhada por Hugo Cunha que, na sua intervenção, apesar de não ver nada de bom nesta pandemia, há certamente oportunidades para se poder alcançar o centenário e as mesmas passam pelo regresso à essência do escutismo e trabalhar com pequenos grupos.
“Vamos olhar para isto e ser mais, fazer mais, fazer de forma diferente e regressar às origens”.

A nova chefe regional realçou a honra e a responsabilidade pelo novo cargo, um cargo desafiante, numa região que é o berço do escutismo católico português. Trabalhar em unidade com os núcleos é um dos pilares da nova equipa dirigente.
O mandato que agora inicia será desafiante, com Catarina Miranda a garantir que “tudo faremos para dar segurança à acção escutista, esperança às comunidades e sentido ao corpo que somos”.
As cerimónias contaram, de entre outras, com a presença do Chefe Nacional, Ivo Faria, do Chefe Nacional Adjunto, Paulo Pinto, do Membro do Comité Europeu do Escutismo, Joaquim Freitas, assim como do presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Avelino Silva, do vereador da Juventude e Associativismo, João Barroso, e dos vereadores do PS, Frederico Castro e Fátima Moreira, estes últimos em representação da Associação Contacto.

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