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Quartel dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez testa meios e põe população em segurança
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Quartel dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez testa meios e põe população em segurança

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Quartel dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez testa meios e põe população em segurança

Alto Minho

2019-11-17 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Dia da Unidade dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez foi marcado por dois simulacros. “Estão bem treinados”, garante o comandante.

Desde 2012 que os Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez aproveitam o Dia da Unidade, que se realizou ontem, “para demonstrar as valências, aprimorar as técnicas dos operacionais e promover a instrução contínua”. Além disso, para o comandante da corporação, Filipe Guimarães, é “muito bom” a reacção da população aos simulacros feitos, passando “o sentimento de quartel de porta aberta”.
Durante a manhã foi simulado um incêndio urbano e durante a tarde realizou-se um simulacro de uma acidente de viação grave. A sirene tocou duas vezes e os exercícios correm dentro da normalidade. “Tudo que era expectável foi cumprido na íntegra e para o nosso comando é uma satisfação enorme e um orgulho saber que que estão todos bem treinados”, confidenciou, no final dos simulacros, o comandante.

A primeira chamada foi para um incêndio urbano na Alameda Francisco Sá Carneiro, no Campo do Trasladário. “O incêndio resultou de uma explosão de gás e quando chegamos ao local estavam vítimas presas no interior do edifício de dois andares”, contou o comandante, descrevendo de seguida todo “a dinâmica normal” deste tipo de ocorrências. O ‘incêndio’ provocou a azáfama na rua com os populares a acorrerem ao local. E aqui a corporação aproveitou para simular outra situação que acaba por acontecer com alguma frequência: um atropelamento. “Os nossos exercícios não servem só para treinar e rotinar os nossos operacionais, mas também para alertar e passar mensagens à população, porque muitas vezes a presença das pessoas em vez de ajudar, cria complicações”, justificou o comandante, referindo que naquele simulacro um bombeiro, devido ao esforço, sofreu uma paragem cardio-respiratória, “obrigando os colegas a actuar rapidamente com o desfibrilhador automático externo e aplicar as técnicas de reanimação de emergência”.

Já durante a tarde, o cenário foi na EN101, com um acidente rodoviário na freguesia de Prozelo: uma viatura comercial ligeira embateu num autocarro panorâmico, que acabou por se despistar. “No autocarro seguia um grupo de 17 crianças. Todas sofreram pequenos ferimentos e o condutor do ligeiro também teve que ser desencarcerado”, contou o comandante, assegurando que “foi feito tudo como se fosse realidade. A primeira viatura foi para o local e só depois se fez o ponto de situação”.

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