Correio do Minho

Braga, segunda-feira

- +
Quebra de receitas gera risco de estrangulamento financeiro
Cibo no Prato: uma pequena porção de Trás-os-Montes em Braga

Quebra de receitas gera risco de estrangulamento financeiro

EPATV: 27 anos de credibilidade competência e humanismo...

Quebra de receitas gera risco de estrangulamento financeiro

Braga

2020-04-07 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Câmara de Braga está a sofrer uma forte quebra nas receitas fruto, sobretudo, da travagem do sector imobiliário e da não emissão de licenças municipais de diversa índole.

O presidente da Câmara Municipal de Braga alertou ontem para o “risco enorme” de estrangulamento financeiro que os municípios enfrentam face à quebra significativa de receitas.
Ricardo Rio, que falava no decorrer da reunião do executivo municipal, começou por afirmar que “é absolutamente ligeira” a ideia de que, no caso concreto, a Câmara de Braga, por estar a cancelar eventos e diversas actividades, vive um período de desafogo financeiro ou abundância de recursos.
E realça que apesar não haver despesa pelo cancelamento dos eventos, tal significa que também que não vão entrar patrocínios, dando como exemplo que a Super Bock cancelou o patrocínio na ordem dos 400 mil euros com que apoiava eventos da cidade.

“Do ponto de vista da situação global da Câmara Municipal de Braga, nós vivemos um risco enorme de estrangulamento financeiro face à quebra de receita da nossa actividade normal, seja por força da travagem abrupta do sector imobiliário, seja pela não emissão de licenças de diversa índole”, referiu o autarca, explicando que esta não é uma situação exclusiva de Braga, mas sentida por muitos outros municípios.

A par da significativa perda de receitas, Ricardo Rio realça que as despesas estão a aumentar no contexto da resposta que está a ser dada à situação causada pela pandemia Covid-19. Não se trata apenas do investimento que tem sido feito nos testes aos lares, nos equipamentos de protecção individual que já estão a ser distribuídos pelas instituições, mas todo um leque de apoios com que a autarquia está a apoiar a população. Neste capítulo lembrou que as empresas municipais, como já foi tornado público tem em marcha um vasto leque de apoios para ajudar a mitigar os efeitos da crise.
Revelou ainda que reuniu recentemente, juntamente com outros autarcas, com o primeiro ministro, sendo que Costa orientou as autarquias a dirigirem a sua actividade para o apoio ao sector privado e à área social, cabendo ao Estado o apoio às unidades de saúde.

Deixa o teu comentário

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.

Bem-vindo ao Correio do Minho
Permita anúncios no nosso website

Parece que está a utilizar um bloqueador de anúncios.
Utilizamos a publicidade para ajudar a financiar o nosso website.

Permitir anúncios na Antena Minho