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Ramal de caminhos-de-ferro deve ligar concelhos do Quadrilátero “em breve”
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Ramal de caminhos-de-ferro deve ligar concelhos do Quadrilátero “em breve”

Braga

2020-01-26 às 06h00

Redacção Redacção

Joaquim da silva Gomes participou no ciclo ‘Braga por um olhar’, que decorreu anteontem à noite, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva. Professor e historiador destacou o excesso de trânsito automóvel entre os quatro concelhos.

O professor e historiador Joaquim da Silva Gomes defendeu, anteontem à noite na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, que “a resolução do problema de ligação de transportes públicos entre os quatro concelhos do Quadrilátero Urbano deve ser concretizada em breve, de preferência nos próximos cinco anos, com a criação de um ramal de caminhos-de-ferro que ligue Barcelos, Braga e Guimarães”.
A falar sobre os ‘transportes públicos em Braga, da tracção animal à tracção eléctrica’, no âmbito do ciclo ‘Braga por um olhar’, o professor e historiador referiu que “o problema relacionado com o excesso de trânsito automóvel entre estes quatro concelhos é notório, resultando desta forma uma poluição ambiental que a todos deve preocupar”.

Assim, Joaquim Gomes defende, por isso, “a criação de um ramal de caminhos-de-ferro que ligue Barcelos, Braga e Guimarães”.
Neste percurso não há a necessidade de incluir Vila Nova de de Famalicão, pois este concelho “é o único” dos quatro que já tem ligação ferroviária entre Barcelos, Braga e Guimarães.
O trajecto, continuou Joaquim da Silva Gomes, “deveria seguir a par da autoestrada A11, pois existe espaço suficiente entre estes três concelhos para construir uma linha de caminhos de ferro. a par da auto estrada”.
Deste modo, estes três concelhos, que distam entre si cerca de 32 quilómetros, “passariam a ter uma ligação ferroviária que eliminaria em elevada percentagem o tráfego automóvel que circula diariamente”, sublinhou.

O professor e historiador foi mais longe: “a extensão desta linha ferroviária entre Guimarães, Braga e Barcelos poderia ser prolongada posteriormente até Esposende e daí até à Póvoa de Varzim, onde ligaria directamente ao Metro do Porto”.
Joaquim da Silva Gomes adiantou ainda que “no que concerne a Braga, há a urgência de criação, na Avenida António Macedo, de uma terceira faixa de rodagem, destinada a veículos de emergência e de transportes públicos, uma vez que este trajecto está muitas vezes congestionado, tratando-se de um percurso importante, pois liga a auto-estrada de Barcelos, Porto e Guimarães, por exemplo, ao Hospital de Braga”.

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