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Rúben Amorim: “Queremos fazer o pleno de vitórias sobre os grandes”

Desporto

2020-02-15 às 13h00

Carlos Costinha Sousa Carlos Costinha Sousa

Rúben Amorim frisou a ambição do SC Braga em ir a Lisboa conquistar a vitória, sem olhar para o passado. Meta passa por quebrar um jejum de 66 anos.

Vai ser um SC Braga com ambição e sem olhar para o passado o que hoje se vai apresentar no Estádio da Luz, em duelo da 21.ª jornada da I Liga, que tem início marcado para as 18 horas. Foi essa a garantida dada por Rúben Amorim na antevisão da partida, apontando a um triunfo que permitirá quebrar um jejum de 66 anos, em que os Guerreiros do Minho não têm conseguido vencer, para o campeonato, em casa deste adversário.

“A nossa forma de ser é muito ofensiva, é de querer ir ganhar o jogo, de ter protagonismo, e não podemos mudar porque se não vamos perder a nossa qualidade. A ideia é ganhar, seja na Luz, no Dragão ou em Alvalade. Queremos fazer o pleno de vitórias sobre os grandes no último mês. Entrámos sempre para vencer, o Braga já entrava assim no passado, faltava se calhar aquela estrelinha”, notou o treinador.

Recorde-se que o SC Braga vem de nove jogos sem perder (oito vitórias e um empate), os últimos oito sob o comando de Rúben Amorim, e o treinador assegurou que a equipa “não vai abdicar da sua forma de jogar”.

Questionado sobre o facto de o Benfica ter sofrido oito golos nos últimos quatro jogos, o técnico notou que, apesar disso, a equipa de Bruno Lage “tem ganho”, mas que isso lhe deu alguns “sinais de que há algo” que o SC Braga pode “aproveitar”. “É uma equipa que mete muita gente no ataque e é normal que tenha menos gente cá atrás. Vimos o Benfica, como eles a nós, e vamos testar as suas fraquezas, com eles as nossas. Vai depender muito do início do jogo, conhecemos o posicionamento do Benfica e onde poderá haver espaço. Estamos preparados para esta partida”, afirmou.

No final da gala do clube, Palhinha deixou reparos aos comentadores por insinuações de que o Braga facilita nos jogos com o Benfica, mas o técnico fez valer a experiência de ter jogado pelos dois clubes para desmentir essa ideia. “É-me difícil perceber isso. Joguei até há pouco tempo e, pelo Braga, ganhei ao Benfica e, pelo Benfica, perdi com o Braga - numa meia-final da Liga Europa, por exemplo, eu estava do outro lado. Não é verdade, não ligo a isso, e queria que as pessoas de Braga não dessem qualquer importância a esse assunto”, disse.

O técnico deixou ainda elogios ao Benfica, “sempre uma equipa perigosa”, que tem uma característica das equipas grandes - não interessa o resultado anterior, joga sempre para vencer. Rúben Amorim frisou que a preparação do Braga “não foi em função do momento do Benfica, mas dos jogadores – “por exemplo, se joga Weigl ou Florentino” -, e admitiu que, sem Gabriel, “um jogador importante”, o adversário pode alterar a forma de jogar.

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