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Refeito do susto, Miguel Matos deseja regressar ao trabalho em Wuhan
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Refeito do susto, Miguel Matos deseja regressar ao trabalho em Wuhan

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Refeito do susto, Miguel Matos deseja regressar ao trabalho em Wuhan

Desporto

2020-03-30 às 13h00

Miguel Machado Miguel Machado

Em Braga a cumprir novamente o isolamento social, à espera que a pandemia passe, o taipense Miguel Matos aguarda ansioso a autorização para voltar à China. É treinador de guarda-redes na cidade que esteve na origem do surto do novo coronavírus.

Últimas notícias que dão conta que a vida começa a retomar a normalidade na província de Hubei, onde fica a famosa cidade de Wuhan, alimentam a esperança de Miguel Matos poder também voltar à China, onde trabalha num clube de futebol como treinador de guarda-redes desde Outubro de 2018.
Taipense, de 43 anos, pai de uma filha com 15 anos, encontra-se em Portugal desde o mês de Fevereiro a cumprir novamente — e “como mandam as regras”, ressalva — o isolamento social na sua casa em Braga. Está bem junto da família, porém, já refeito do susto que viveu em Wuhan mostra-se ansioso perante a possibilidade de regressar, em breve, ao local onde começou a ‘guerra’ do novo coronavírus Covid-19 que propagou-se ao resto do Mundo.
“Em Hubei as pessoas já começaram a movimentar-se nas ruas. Claro que há ainda muitos controlos, vai ter que haver cuidados pelo menos até surgir uma vacina. Em Wuhan a cidade deverá abrir a partir de 9 de Abril. Estamos à espera de novas ordens para poder viajar”, disse o técnico em entrevista ao jornal Correio do Minho, mostrando-se “preparado” para mais uma quarentena obrigatória no regresso a Wuhan. “Quando voltarmos, já nos disseram isso. Estamos em contacto com eles e logo que possamos embarcar vamos. Estamos desejosos de retomar o trabalho”, frisou Miguel Matos que integra uma equipa-técnica com mais dois vimaranenses, Luiz Filipe e Luís Estanislau.
Com esperança que tudo voltará ao normal, Miguel recorda os “dias difíceis” na China quando soube do vírus mortal.
“Foi complicado lá no início. Também houve corrida aos supermercados e era grande a confusão. Estivemos nove dias fechados e só queria sair de lá e voltar para Portugal, para junto da família, longe de imaginar que o vírus se iria espalhar assim pelo mundo inteiro”, aponta.

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