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Regresso às aulas “muito tranquilo” e com a maioria dos alunos nas escolas
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Regresso às aulas “muito tranquilo” e com a maioria dos alunos nas escolas

As Nossas Escolas

2020-05-19 às 06h00

Paula Maia Paula Maia

O dia D correu melhor do que era esperado, num processo pacífico onde os estudantes demonstram terem interiorizado as novas regras. Maioria já trazia máscara de casa e mostrou confiança nos planos de contingência montados pelas escolas.

Parece estar superado o clima de apreensão manifestado pelas direcções das escolas na retoma das aulas presenciais para os alunos do 11.º e 12.º anos.
O primeiro dia de aulas decorreu com “muita tranquilidade” nos estabelecimentos de ensino do concelho, com os alunos a demonstrarem uma interiorização das regras já definidas, facto que ajudou a que esta etapa tenha decorrido da melhor, transmitindo alguma confiança para o período que se segue de um mês e meio de aulas.
João Andrade, director da secundária Alberto Sampaio, mostra-se “bastante satisfeito” pela forma como decorreu este processo, onde toda a logística preparada pelo estabelecimento demonstrou resultados positivos na ordenação dos espaços e dos alunos.

Foi num ambiente “calmo” que decorreu também o regresso às aulas na secundária D. Maria II. Tal como se verificou em grande parte dos estabelecimentos de ensino, a maioria dos alunos voltou às salas de aula de uma forma ordenada, demonstrando que conheciam muito bem as regras definidas. “A maioria dos alunos já trazia máscara.?Desinfectaram as mãos e foram encaminhados paras as respectivas salas”, conta ao CM do director João Dantas, mostrando-se “agradado” e até “surpreendido” pela forma como decorreu este primeira dia. “Estava à espera de mais confusão, mas isso não se verificou”, continua o director, dando conta que são 12 os alunos distribuídos pelas salas de aula, facto que contribui para o ambiente de tranquilidade que se viveu neste primeiro dia.
João Dantas diz que sendo alunos mais velhos têm um maior sentido de responsabilidade perante a nova realidade que estamos a viver e isso reflectiu-se, por exemplo, no material de protecção individual que trouxeram já de casa, como é o caso das máscaras.

A escola está mesmo a pensar desmobilizar uma das equipas que tinha colocado para a recepção aos alunos nas duas entradas da escola, colocando esses auxiliares afectos à limpeza e desinfecção das salas e outros espaços. “Vamos ficar na mesma com duas entradas, mas só com um elemento em cada uma delas”, conta o dirigente, considerando que esta reentrada vai dar confiança aos que já tinham decido em não regressar às aulas presenciais, não só nesta, mas em todas as escolas a nível nacional.
Também a directora da secundária Carlos Amarante deu conta que o primeiro dia de aulas correu “muito bem”, com tudo a correr conforme estava planeado.
“Já toda a gente sabia o que deveria fazer, quer alunos, quer funcionários. A maior parte dos alunos até já vinha com máscara e não foi preciso entregar as que tínhamos”, diz Hortense Santos, dando conta que também nesta escola a maioria dos alunos optou pelo regresso às aulas presenciais neste primeiro dia.
Hortense Santos anseia a “normalidade” nas escolas, pelo menos dentro das possibilidades que nos são impostas nesta fase.

Sá de Miranda: apelo à solidariedade e responsabilidade

A Escola secundária Sá de Miranda espera acolher neste mês e meio de aulas presenciais 570 alunos dos 11.º e 12.º anos e a directora da escola diz que a maioria vai frequentar as aulas.
Também aqui tudo foi preparado para que este primeiro dia de regresso às aulas decorresse de “forma pacífica” como deu conta ao CM a directora do estabelecimento de ensino, Antonieta Silva. “Os nossos alunos sempre demonstraram bons exemplos relativamente à escola” diz a dirigente, dando conta que na passada sexta-feira, em videoconferência, apelou ao sentido de solidariedade e responsabilidade dos alunos neste processo, de forma a não colocarem não só a sua saúde em risco, mas também a de toda a comunidade onde estão inseridos, sobretudo os seus familiares.
Antonieta Silva refere também que a maioria dos alunos já trazia máscaras de casa - até porque muitos utilizam os transportes púbicos - e que não foi necessária a distribuição à entrada da escola que, nesta altura, far-se-à por quatro entradas distintas.

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