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Reinventar a escola e o ensino é mote para encontro nacional ÉtéFrançais
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Reinventar a escola e o ensino é mote para encontro nacional ÉtéFrançais

Ensino

2021-10-11 às 10h14

Redacção Redacção

ÉtéFrançais concretiza o X Encontro Nacional de Professores de Português e de Francês, on-line, curso que encerra no próximo sábado, dia 16 de Outubro. O perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória vai ser o último tema em análise.

O ÉtéFrançais - Encontro Nacional de Professores de Português e de Francês, de autoria de Lídia Vilaça, concretiza a X edição on-line, que terminará no próximo sábado, dia 16 de Outubro.
O tema ‘Reinventar a escola e o ensino – O aluno como agente da diversificação, acção, avaliação’ despertou, em cerca de uma centena de professores do país continental e ilhas, a motivação, a fim de preparar o aluno para uma cidadania activa, crítica e responsável.
“A diversificação para o desconhecido deverá ser um princípio da escola actual. O aluno deverá assumir uma posição activa norteada pelo professor em todo o seu processo de aprendizagem, por forma a ser alvo de uma avaliação individual ou em pares, focada na aprendizagem com o seu feedback. Assim, perceberão melhor o conceito de avaliação, pois estarão nele envolvidos. Surge, então a operacionalização e a mudança do formato de avaliação”, refere em nota de imprensa.

Este curso específico, acreditado, “foi um ‘verão outonal’ que inspirou os professores, numa relação formador/formando, interactiva, que permitiu uma partilha de práticas capazes de construir recursos inovadores a nível científico, pedagógico, literário e artístico, bem como culturais e sociais”.
Numa conversa informalmente literária, José Manuel Mendes e o escritor João de Melo falaram “da escrita à leitura: o aluno leitor/ processador de informação”, onde referiram a importância da leitura e a resistência por parte dos alunos a ler.
Segundo Lídia Vilaça, mentora deste encontro, “a falta de motivação é um entrave à boa compreensão do que se lê, sendo um dos principais motivos que impedem a própria leitura”. “É fulcral o papel dos pais no apoio aos seus filhos por forma a encontrar boas razões para quererem ler os textos solicitados pelos professores. Criamos leitor (a), amigo(a) do livro, companheiro de viagens infindáveis, as que se gravam na memória e que azem crescer cidadãos(ãs) saudáveis indispensáveis à criação de um mundo melhor”.

‘O aluno e as línguas: diversificar/ saber fazer/ avaliar’ foi a temática de um atelier ministrado por Sílvia Araújo. Criaram-se ferramentas digitais com o objectivo de munir os professores de conhecimentos nesta área, pois só assim poderão ensinar o digital.
‘Educar para transformar num mundo aberto e digital: lições de pandemia’ e ‘Avaliação/acção no E@D do futuro’ respectivamente, António Moreira Teixeira e Teresa Lacerda, alertaram para o facto de a escola ainda ser pouco estimulante no processo de transformação que deve ser ainda mais trabalhado, pois permite potenciar o desenvolvimento do ensino, uma vez que aproxima a escola da sociedade. Teresa Lacerda apontou questões chave para uma escola/ensino reinventados: “olhar para as planificações sem um olhar formatado é urgente; repensar a dinâmica das aulas; organizar o espaço da sala de aulas para que a aprendizagem seja realmente activa e efectiva”.

Formação proporcionou aos professores abordagem em sala de aula ou extramuros

‘Criar alunos leitores de afectos em tempo de pandemia?’ foi o tema abordado por Maria de Jesus Cabral no ÉtéFrançais. “Os professores foram desafiados a elaborar exercícios criativos de leitura que trabalhem a memória. Criou-se como que um laboratório de leitores reflexivos relativamente à situação dos alunos invisuais.
A importância do ler/escrever/ /simular, uma literatura como único meio de caminhar ao encontro da universalidade”, refere Lídia Vilaça, que reforça a “importância destas actividades numa escola que se pretende inclusiva”.

A marca peculiar desta formação de professores, articulação da componente científico pedagógica com a componente cultural artística, divulgando, dignificando e humanizando o património, proporcionou aos professores uma abordagem em sala de aula ou extramuros. ‘O corpo como um texto: coreografia para uma fábula de Jean de la Fontaine’ foi interpretado pelos alunos da Arte Total, localizada no Mercado Cultural do Carandá, orientada por Cristina Mendanha, com uma dança contemporânea.
Já ‘O aluno e a diversidade, que leituras?’ foi a reflexão de Sofia Afonso que abriu as portas da livraria Centésima Página e a sessão ‘Serge Reggiani em fundo’, com José Manuel Mendes, proporcionou um momento de memória de vivências. Curso encerrará no dia 16.

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