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Rui Fonte: “foi em braga que me senti realmente em casa”
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Rui Fonte: “foi em braga que me senti realmente em casa”

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Rui Fonte: “foi em braga que me  senti realmente em casa”

Desporto

2020-03-25 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Rui Fonte respondeu às perguntas dos fãs e esclareceu o motivo pelo qual resolveu voltar a Braga. Assume ter no irmão (José Fonte) o maior ídolo e revela que é sua missão dar música aos colegas.

Foi ontem para o ar mais uma edição da rúbrica ‘Duas de Letra’, com Rui Fonte e Raúl Silva (pág. 14). O avançado foi muito solicitado pelos fãs no canal oficial do clube na internet e respondeu, sem rodeios, a todas as questões que lhe foram dirigidas. A primeira das quais pedia que descrevesse as finais que já ganhou com a camisola dos arsenalistas (Taça de Portugal em 2016 e a Taça da Liga em 2020).
“Foram especiais, a primeira porque foi depois de tanto tempo sem o clube ganhar a Taça de Portugal. Foi especial poder dar essa alegria à cidade, ainda por cima num jogo tão emotivo, ganho nos pénaltis. Felizmente consegui fazer um golo. A segunda conquista foi especial por ter sido em casa, sem dúvida. Também porque regressei esta época”, disse.

E por falar em regresso, os internautas quiseram saber por que motivo decidiu voltar, depois de estar a jogar em França com o irmão...
“A experiência com o meu irmão foi espectacular, não há nada que possa superar isso. Regressei a Braga porque, não só para mim mas também para a minha família, era um desejo voltar e isso pesou bastante. Braga foi o único sítio onde me senti realmente em casa e foi um regresso que ambicionava. Feliz- mente concretizou-se”, assumiu, sem deixar de tocar na possibilidade de José Fonte também jogar em Braga.

“Se pudesse, até o meu irmão terminar, jogava sempre com ele. Não sei se isso será possível concretizar, mas vamos ver o que o futuro reserva. Mas estamos bem servidos nessa posição”, frisou.
Convidado a deixar alguns conselhos aos aspirantes a ponta-de-lança, Rui Fonte foi claro....
“Na minha posição é preciso ser-se forte psicologicamente, principalmente quando não se marca durante alguns jogos e depois é preciso fazer o trabalho extra. Preparar o jogo, trabalhar nos treinos, visualizar o que tenho de fazer no jogo, rematar à baliza, jogar a um, dois toques, saber as diferentes fases do jogo e trabalhar muito.”

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