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Rui Oliveira defende Ensino Superior “gratuito e de qualidade”

Ensino

2020-01-07 às 06h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

Empossado recentemente no cargo de presidente da Associação Académica da Universidade do Minho, Rui Oliveira diz que Portugal tem que “reverter o atraso” nas políticas do Ensino Superior.

Rui Oliveira acabou de ser empossado no cargo de presidente da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), sucedendo a Nuno Reis e prometendo lutar “pelos interesses dos estudantes” e garantindo “o compromisso com uma academia de futuro”.
O novo presidente da AAUM disse que “acima de tudo é preciso agitar, não ficar parado e ter coragem”, indicando que este é o pensamento que vai nortear doravante o trabalho da sua equipa. É precisamente a olhar para um futuro melhor que Rui Oliveira defende que Portugal tem a importante tarefa de “reverter o atraso nas políticas do Ensino Superior, comparativamente com os parceiros europeus”.

O responsável chama a atenção para o facto de se estimar já que Portugal não conseguirá alcançar este ano a meta dos 40 por cento da população diplomada, entre os 30 e os 34 anos, indicando que há por isso muito a fazer neste domínio. “Portugal precisa que a sua Constituição seja respeitada e que o Ensino Superior seja progressivamente gratuito e de qualidade”, assinalou o líder da AAUM, indicando, no entanto, que a redução das propinas no ano passado foi já “um passo decisivo” neste caminho, mas que muito mais pode ser feito, nomeadamente num maior apoio social aos estudantes, cuja maior parte dos gastos vai para a alimentação, transportes, alojamento e material escolar. “É imprescindível aumentar o apoio social, em especial de forma indirecta, principalmente para fazer face aos custos que os estudantes têm com o alojamento e é urgente também responder ao apoio à inclusão e integrar de facto os alunos com Necessidades Educativas Especiais no meio académico”, apontou Rui Oliveira.

“Hoje a sociedade vive com rápidas transformações, mas a situação climática, o advento das novas tecnologias ou as migrações culturais devem ser colocadas no topo das questões civilizacionais, respeitando os desí- gnios do desenvolvimento sustentável e da inclusão”, asseverou Rui Oliveira, frisando que a equipa que agora lidera acredita que “a melhor forma de vencer estes desafios consiste numa educação forte, capaz de preparar as pessoas, não apenas para o mercado profissional, mas para a vida em comunidade”.

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