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As Nossas Escolas

2018-09-05 às 08h05

Isabel Vilhena

O Agrupamento Sá de Miranda começou o ano lectivo com a sua marca distintiva: a Lição Inaugural que este ano coube a Madalena Pinto que falou sobre a medicalização do humor e do amor.

Como tem sido habitual, o Agrupamento de Escolas Sá de Miranda arrancou, ontem, o início do ano lectivo 2018/2019 com a tradicional lição inaugural marca da instituição que remonta aos tempos do antigo liceu.
‘A medicalização do humor e do amor: sim ou não, eis a questão...’ foi o tema da lição inaugural proferida por Madalena Pinto.
“Retomamos a tradição há quatro anos com uma lição inaugural. Uma lição que, antigamente, era dada aos alunos na abertura solene do ano lectivo e agora é dada aos professores, mas mantendo aquilo que é tradição da escola”, explicou Margarida Antonieta Rocha e Silva, directora do Agrupamento de Escolas Sá de Miranda.
Com o ano lectivo à porta, seguiu-se a reunião geral com todos os professores e uma visita guiada à escola aos novos docentes.

Margarida Antonieta Rocha e Silva assegura que o ano lectivo vai começar com serenidade com as colocações praticamente concluídas, estando apenas pendentes cerca de 10 a 12 professores que tem que ser substituidos por doença. Também este ano o pessoal não docente está praticamente assegurado em todo o agrupamento. “Apesar de termos algumas lacunas, a situação está bem mais estável que nos outros anos. Com a renovação dos contratos, reforçaram a secundária e ao nível do primeiro ciclo e pré-escolar o pessoal tem vindo a ser colocado”.
A directora do agrupamento afirmou que a maior dificuldade este ano prende-se com a publicação de normativos. “A publicação de novos normativos vai obrigar a mudanças profundas nas escolas, nomeadamente na gestão dos curriculos, na avaliação e na forma como se percepciona o desenvolvimento do ensino e das aprendizagens. Tudo isso saiu em Agosto e a parte complexa vem da necessidade de reflectirmos, obrigando a uma nova abordagem e reflexão”.
A educação inclusiva é outro dossier de mudanças que, segundo Margarida Antonieta Silva, “é preciso preparar”.

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