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SC Braga vence FC Porto e está na final da Taça de Portugal

Desporto

2021-03-04 às 06h00

Joana Russo Belo Joana Russo Belo

SC Braga venceu o FC Porto, por 2-3, no Dragão, na segunda mão da Taça de Portugal e está na final da prova rainha. Entrada demolidora dos guerreiros com três golos aniquilou o detentor do troféu. Cinco anos depois, guerreiros voltam ao Jamor.

Cinco anos depois, o SC Braga é de novo finalista da Taça de Portugal. É a sétima final da história do clube bracarense - que conquistou o troféu em 1966 e 2016 - e a segunda final da temporada sob o comando de Carlos Carvalhal, após a presença no duelo decisivo da Taça da Liga. Depois do empate na primeira mão, na pedreira, os guerreiros foram demolidores no Estádio do Dragão, anularam a vantagem que o FC Porto tinha e eliminaram o detentor do troféu ao vencer por 2-3. É mesmo a melhor equipa a jogar futebol em Portugal, não é Sérgio Conceição?
O técnico dos azuis e brancos tinha deixado o alerta na antevisão e a primeira meia-hora do SC Braga foi, verdadeiramente, avassaladora: um 3x4x3 com uma linha de três defesas, uma estratégia eficaz, entrada perfeita com uma eficácia tremenda e uma pujança em termos ofensivos que banalizou, por completo, o campeão nacional. Quando o FC Porto se apercebeu, já tinha sofrido três golos em 28 minutos, com uma classe tamanha.
Aos nove minutos, Raúl Silva lançou Esgaio em velocidade na direita, que serviu Piazón, com o brasileiro a cruzar atrasado para Abel Ruiz finalizar. A bola ainda desviou em Mbemba e traiu Diogo Costa.
O golo fez saltar o SC Braga para a frente da eliminatória e os guerreiros seguiram embalados por uma atitude de raça. Cinco minutos depois, mais uma excelente jogada de ataque dos arsenalistas: Sarr perdeu a bola para Piazón perto da linha lateral, Al Musrati lançou Ricardo Horta, que com um toque de calcanhar ofereceu a Abel Ruiz, que picou a bola por cima de Diogo Costa. É o segundo bis da carreira do espanhol, que se isola no comando dos melhores marcadores da Taça, com sete golos.
Obrigado a marcar três golos, o FC Porto viu a trave negar o hat-trick a Ruiz e Sérgio Conceição respondeu com dupla substituição aos vinte minutos, lançando Zaidu e Taremi.
Apesar das alterações, os dragões demoraram a entrar no jogo e nem respiraram com um golaço de Piazón, a ampliar o marcador aos 28 minutos, num soberbo livre directo, com a bola colocada ao canto superior esquerdo.
A reacção surgiu por Otávio, a reduzir em mais um bonito golo, após passe longo de Corona. Pouco depois, Borja travou Marega, Artur Soares Dias mostrou cartão amarelo, mas reverteu a decisão por indicação do VAR e expulsou o colombiano. E o jogo mudou de figura.
Na segunda parte, o FC Porto dominou totalmente, perante um SC Braga reduzido a dez e remetido aos processos defensivos, numa muralha que não dava qualquer espaço aos dragões, que tentaram a todo o custo sufocar os guerreiros. Conceição arriscou tudo - Marega ainda fez o segundo - Carvalhal cerrou linhas, lançou o fato de macaco para dentro de campo e Matheus voltou a segurar o resultado.

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