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Serviço pioneiro disponibiliza diamantes de cinza fúnebre
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Serviço pioneiro disponibiliza diamantes de cinza fúnebre

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Serviço pioneiro disponibiliza diamantes de cinza fúnebre

Economia

2021-09-20 às 08h03

Redacção Redacção

CRE-MAR afirma-se como plataforma diferenciada para a cremação online. Oferece agora a transformação da cinzas em diamantes de memorial.

É um serviço pioneiro e exclusivo em Portugal: a transformação da cinza fúnebre em diamantes certificados de memorial. A dar os primeiros passos no país, a CRE-MAR - plataforma diferenciada e pioneira na área funerária, exclusivamente, orientada para a cremação directa e 100 por cento online - disponibiliza agora o serviço de diamantes de cinza fúnebre, de 0,2 quilates, 0,5 quilates e 1 quilate, com corte e sem corte, num conceito inovador que acompanha a tendência crescente em alguns países europeus.

“Quisemos remover as cerimónias fúnebres, com o intuito de criar uma despedida menos agressiva ou dolorosa, mas damos a possibilidade de eternizar o ente querido de forma a que se transforme num cristal nobre e eterno. Os preços podem ir até aos 27 mil euros, mas vamos ter diamantes mais baratos que não vão chegar aos 5 mil euros”, explicou Vítor Oliveira, fundador da CRE-MAR, destacando como principal objectivo do projecto “simplificar”.
“Queremos promover despedidas menos agressivas e dolorosas. Oferecemos um serviço de excelência a preço único, 895 euros, preço igual para toda a gente. Simplificar o processo de cremação é a nossa intenção, subscrevendo o serviço, por exemplo, desde um smartphone”, sublinhou o responsável.

Empresa com sede na incubadora do Instituto Pedro Nunes – IPN, em Coimbra - e apoio da InvestBraga - providencia serviços de cremação num crematório sem a cerimónia fúnebre, não sendo necessário nenhum tipo de embalsamento nem presença familiar.
“Temos tido um feedback positivo, mais na faixa etária dos 30/35 anos. Ainda é um pouco tabu a não despedida, ou melhor, a não cerimónia. A nossa pretensão é mudar esta visão. Há dez anos faziam-se dois por cento de cremações, hoje são 28 por cento. É uma tendência crescente em Portugal. A minha pretensão é termos 10 por cento de quota de mercado. Estamos a crescer localmente, em Braga e no Porto, segue-se Viana do Castelo, Coimbra, Lisboa e Faro”.

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