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Sérgio Ramos é uma inspiração e ser treinador... é uma hipótese

Desporto

2020-03-25 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Raúl Silva admite que pára tudo o que está a fazer quando joga o Real Madrid, capitaneado pelo seu ídolo. Nível I do curso de treinador está concluído para preparar o futuro. Qualidade intocável no sector.

Raúl Silva já habituou os adeptos do futebol português e os do SC Braga em particular da imponência física que coloca na abordagem aos lances, mas ontem, no começo da conversa com os fãs na internet, ele mesmo é que sofreu “uma entrada a pés juntos”. Tudo porque, a primeira pergunta que lhe colocaram foi se pensava ser treinador de futebol quando acabar a carreira de jogador.
“O futuro é incógnito. Estou a fazer o curso, terminei o nível I. Pretendo continuar no mundo do futebol, mas ainda não é uma certeza que tenha. Estou-me a preparar para que no futuro possa exercer esse papel”, contou, admitindo depois qual o modelo de central que sempre seguiu.

“Gosto muito do Sérgio Ramos, apesar do Van Djik estar no auge neste momento. Mas sempre que o Sérgio Ramos está a jogar, eu paro o que estou a fazer e assisto ao jogo do Real Madrid, porque ele inspira-me”, segreda, sem esquecer os companheiros que o acompanham no SC Braga, os quais admite que têm muita qualidade para assegurar o centro da defesa.
“O SC Braga tem centrais de muita qualidade, todos do mesmo nível, cada um com as suas características. Tanto o mais novo como o Carmo ou o Rolando, que é o mais experiente, são todos jogadores de muita qualidade. O SC Braga está muito bem servido”, admite.

Quanto ao avançado mais difícil que já defrontou em Portugal, Raúl Silva não destacou um nome em particular, mas sim um conjunto de jogadores.
“Por acaso, das vezes em que joguei contra o Fonte ele deu-me um trabalhando grande, corria para todo o lado, era difícil de marcar. Mas acredito que o mais difícil que encontrei não foi apenas um jogador, mas sim todo um ataque… foi o do Benfica, na época em que cheguei a Portugal. Tinham muitos jogadores difíceis de marcar, na época 2014/15. Jogar contra o Benfica naquela altura era complicado”, declarou, ao mesmo tempo em que elegia um duelo frente ao Sporting, como aquele que mais o marcou.

“Num jogo com o Sporting, em casa, que ganhámos 1-0. Eu marquei o golo mesmo perto do fim. Foi um significado grande porque a minha filha foi pela primeira vez ao Estádio e a minha avó viu-me a jogar pela primeira vez. Foi a minha maior alegria num jogo”, disse, revelando ainda o nome de um treinador que não o deixou abandonar o futebol logo no início da carreira.
“Do lado afectivo a minha família foi o mais importante e em termos profissionais tive um momento muito difícil no início da minha carreira em que tive uma lesão e quase desisti de jogar. Então, o meu primeiro treinador, o Carlinhos, no Brasil, ligou-me e fez com que me recuperasse. Pagou a minha cirurgia, recuperou-me e fez com que eu voltasse a jogar futebol. Essa foi a pessoa a quem devo tudo”.

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