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Técnicos do Município já realizaram 3500 chamadas de rastreamento
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Vale do Ave

2021-01-16 às 07h00

José Paulo Silva José Paulo Silva

Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão cedeu 14 técnicos à ARSN para a realização do rastreio colaborativo à covid-19. Acção visa quebrar cadeias de contágio.

O Município de Vila Nova de Famalicão cedeu 14 técnicos superiores do seu quadro de pessoal para a realização de rastreio colaborativo covid-19, colaboração com as autoridades de saúde que permitiu a realização de mais de 3 500 chamadas de rasatreamento desde o início do mês de Dezembro.
“Revendo os resultados da colaborac?a?o do Município, podemos constatar que esta acc?a?o permitiu uma interrupc?a?o atempada das cadeias de transmissa?o”, destaca o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, em informação prestada na última reunião da vereação.
A Câmara Municipal colocou à? disposic?a?o da Administração Regional de Saúde do Norte 10 te?cnicos das a?reas da Juventude, Educac?a?o e Desporto, os quais obtiveram formac?a?o entre os dias 2 e 4 de Dezembro do ano passado, seguindo para contactos telefo?nicos ate? 31 desse mês. Duas te?cnicas foram nomeadas como coordenadoras para exercerem func?o?es até ao final de Janeiro. Desde 18 de Novembro, quatro te?cnicas da Acc?a?o Social do Município, a pedido da Delegac?a?o de Sau?de, realizaram contactos telefo?nicos considerados de conforto, isto é, de orientac?a?o e esclarecimento, a par da emissa?o das declarac?o?es de isolamento profilático, alargando a sua acc?a?o, a partir de 25 de Novembro, aos contactos de risco com os casos positivos.
O presidente da câmara constata que os recursos humanos activos da Administrac?a?o Regional de Sau?de e das respectivas delegac?o?es locais de sau?de, sa?o escassos para responderem a? emerge?ncia da pandemia, nomeadamente para realizar em tempo oportuno os contactos directos com casos positivos de Covid-19, assumindo que “sempre” o Município apresentou “disponibilidade em colaborar”.
Na informação prestada ao executivo municipal, Paulo Cunha assinala que só “apo?s oito meses de luta para que o Município, e dentro das suas delegac?o?es de compete?ncias, fosse interveniente directo nestas acc?o?es, num trabalho ainda mais preventivo e de proximidade com a populac?a?o famallcense”, é que a Autoridade Coordenadora Norte veio requerer o apoio da Ca?mara Municipal para a realização do rastreio.

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