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Telmo Correia não se candidata à liderança do partido
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Telmo Correia não se candidata à liderança do partido

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Telmo Correia não se candidata  à liderança do partido

Braga

2019-10-15 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Mandato e proximidade é assim que o eleito deputado pelo círculo de Braga pelo CDS-PP espera que seja. Telmo Correia espera que liderança do partido “se faça com quem quer juntar e não espalhar”.

Porque o distrito de Braga “é um bastião” do CDS-PP, onde o partido “tem resistência suficiente” para ter conseguido um deputado eleito, Telmo Correia já começou a “dar sinal político” do que quer que seja “um mandato e uma legislatura de proximidade e com preocupações económicas e sociais”. E o eleito deputado pelo círculo de Braga deixou a certeza: “não sou candidato à liderança do CDS-PP”.

Apesar do partido estar a viver “um momento muito mau”, mesmo nos “piores momentos” o CDS-PP conseguiu manter representação pelo círculo eleitoral de Braga. Telmo Correia começou ontem um conjunto de visitas institucionais, que demonstram preocupações do ponto de vista económico, mas também social. “Temos representantes em quatro círculos eleitorais e esses são a base de trabalho para depois crescer. Não estamos habituados a ser tão pou- cos e a dedicação será superior à dos mandatos anteriores”, assegurou.

E se as preocupações e compromissos de outros cabeças de lista coincidiam com as do CDS-PP, Telmo Correia garantiu que o posicionamento do partido será “muito actuante e exigente”, esperando pelo Orçamento de Estado.
Sobre a liderança do partido, Telmo Correia foi peremptório: “a discussão ainda vai no adro. O CDS tem que ser aquilo que é. Uma direita assumida e moderada com matriz democrática cristã com maior liberdade económica e com fortes preocupações sociais. E como presidente do Conselho Nacional, Telmo Correia diz ter “obrigação de unir e procurar inovar”, esperando que “o partido se faça com quem quer juntar e não com que espalhar”.

Na próxima quinta-feira realiza-se o Conselho Nacional para discutir os resultados e marcar o congresso, que se acontecerá até meados de Dezembro ou no início do próximo ano, dependendo da disponibilidade de salas e dos custos. Mas o deputado deixa o recado: “se o partido teve a derrota que teve e elegeu apenas cinco deputados se não conseguir juntar os melhores e promover a intergeracionalidade aí o caminho será mais dicífil, é preciso uma solução forte e que construa pontes e diálogo. Se assim não for será um desastre”.

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