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UMinho descobre pistas para atacar a depressão

Ensino

2021-09-21 às 10h14

Redacção Redacção

Investigadora da UMinho, Luísa Pinto, descobriu novas pistas para atacar doenças como a depressão e a ansiedade.

Luísa Pinto, investigadora da Escola de Medicina da Universidade do Minho, acaba de lançar novas pistas para atacar a depressão e a ansiedade, doenças neuropsiquiátricas, num artigo científico publicado na ‘Molecular Psychiatry’, do grupo Nature.
A depressão e a ansiedade continuam a ser doenças com enorme prevalência e sem cura. Luísa Pinto descobriu potenciais alvos para atacar estas doenças: “Através das novas células, neurónios e astrócitos, que geramos no nosso cérebro. A incapacidade ou menor capacidade de gerar novas células num cérebro adulto está associada a vários défices cognitivos e emocionais – e são estas células um potencial alvo terapêutico de doenças neuropsiquiátricas como por exemplo a depressão”.

Através de um modelo genético, a equipa de Luísa Pinto eliminou as células novas do sistema cerebral de ratos (modelo usado no estudo), de forma a permitir aferir o real impacto da sua ausência.
“Os resultados demonstram precisamente que a retirada destas novas células precipita os comportamentos de tipo ansioso, tendo também um impacto no comportamento de tipo depressivo e cognitivo e na comunicação entre diferentes regiões cerebrais dependendo do estádio de vida das células. Ou seja, a incapacidade em criar novas células no nosso cérebro pode tornar-nos mais susceptíveis a determinadas doenças – como, neste caso, a ansiedade ou depressão”, explica a UMinho, em comunicado.

Este trabalho, realizado no ICVS, instituto de investigação biomédica da Escola de Medicina, aponta a esta descoberta como uma nova possibilidade no ataque a estas doenças, através de terapêuticas como os medicamentos, incluindo antidepressivos e antipsicóticos.

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