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Urgências do Centro Hospitalar do Médio Ave acima da média na resposta
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Urgências do Centro Hospitalar do Médio Ave acima da média na resposta

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Vale do Ave

2019-01-16 às 06h00

Teresa M. Costa

Com dez anos Serviço de Urgência Médico-Cirúrgica do Centro Hospitalar do Médio Ave revela capacidade de resposta acima da média da região norte.

Os serviços de Urgência do Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA) têm uma capacidade de resposta acima da média da região norte, com um tempo de permanência inferior a quatro horas e uma complexidade superior, com uma maior preponderância de doentes efectivamente urgentes.
O retrato foi feito, ontem, pelo presidente do Conselho de Administração, António Barbosa, na sessão solene de abertura das comemorações dos dez anos do Serviço de Urgência Médico-Cirúrgica (SUMC) do CHMA que decorreu na Casa das Artes, em Vila Nova de Famalicão.

“Temos uma Urgência eficiente e rápida” afirmou António Barbosa, realçando que a abertura do SUMC “constituiu um marco importante para a prestação de cuidados de saúde com dignidade e com capacidade de resposta”.
Além de espaço - que passou de 600 para 1600 metros quadrados - o SUMC ganhou equipamentos modernos, aumentando a capacidade de resposta que lhe permitiu passar de 75 mil utentes atendidos, em 2008, para 111 mil em 2018.
Foi na urgência pediátrica que mais aumentaram os atendimentos (mais 71 por cento), mas houve aumento, também, na urgência geral (mais 48 por cento) e na urgência obstétrica (mais 36 por cento), revelou o presidente do CHMA.

Oitenta por cento destes utentes são atendidos dentro dos tempos legalmente definidos, acima da percentagem da região norte que se cifra nos 70.
O administrador lembrou que as urgências trabalham 365 dias por ano, 24 horas por dia, e pede compreensão aos utentes face às dificuldades pontuais, como as que ocorrem no Inverno.
António Barbosa atribui o bom trabalho realizado aos profissionais e a “uma equipa dirigente ambiciosa que quer sempre melhor”, pelo que acredita que “os números melhorarão no futuro”.
Na mesma sessão, o director do SUMC, Nuno Cardoso, defendeu: “precisamos de muito mais e melhor”, assumindo: “não podemos fazer sozinhos”.

Nuno Cardoso traçou a evolução decorrente da criação do SUMC, há dez anos, que hoje permite dar resposta a situações graves.
O director do SUMC apontou a “relação estreita com a Unidade de Cuidados Intermédios” e a melhoria dos meios para exames complementares de diagnóstico.
Outra melhoria destacada por Nuno Cardoso foi a individualização do circuito das crianças e dos adultos e a criação de circuitos que colocam o doente no local certo o mais rápido possível.

Novo acesso a norte beneficia hospital

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão anunciou ontem a construção de um novo acesso rodoviário a norte que vai permitir melhorar a acessibilidade e o estacionamento na envolvente do hospital local que integra o Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA).
O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, na sessão solene de abertura das comemorações dos dez anos do Serviço de Urgência Médico-Cirúrgica (SUMC) do Centro Hospitalar do Médio Ave.
O edil famalicense deu conta do projecto para abrir novos canais a norte e que vai melhorar a acessibilidade aos concelhos da Póvoa de Varzim, Barcelos e Braga.

Paulo Cunha explicou que a intervenção a poente está condicionada pela via férrea, mas que é possível criar novos canais a norte.
Os novos acessos irão facilitar a acessibilidade ao hospital, nomeadamente ao serviço de Urgência, incluindo o afluxo das próprias ambulâncias, explica o edil, reconhecendo que, apesar das intervenções já efectuadas, é preciso melhorar a relação entre a unidade de saúde e a zona envolvente.
Admitindo que “não é fácil”, por se tratar de uma zona consolidada do ponto de vista de construções, o autarca de Vila Nova de Famalicão avançou que há já um estudo concluído e que estão em curso contactos com privados que detêm os terrenos.

De acordo com Paulo Cunha, “estão prestes a ficar reunidas as condições para que essa intervenção aconteça”, “numa parceria público-privada no melhor sentido”, capaz de satisfazer os interesses dos privados, mas também o interesse público.
Questionado sobre os timings desta intervenção, o edil famalicense afirmou que espera ver esta ambição concretizada no terreno no prazo de um ano.
O anúncio de novos acessos agradou ao presidente do Conselho de Administração do CHMA, António Barbosa, que sublinhou que “a resolução do congestionamento de trânsito será em benefício de todos”.
A própria administração está a equacionar soluções para melhorar o estacionamento.

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