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Utentes dos TUB pagam menos pelo passe a partir de Março

Braga

2020-02-18 às 06h30

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Redução de 30 por cento no preços dos passes dos Transportes Urbanos de Braga aplicada já na venda dos títulos para Março, a partir desta sexta-feira.

A partir desta sexta-feira, os titulares do passe dos Transportes Urbanos de Braga (TUB) vão beneficiar de um desconto de 30 por cento em relação ao tarifário base.
A garantia foi dada ontem pelo administrador da transportadora municipal, Teotónio dos Santos, em sede de reunião extraordinária do executivo municipal de Braga, em resposta a uma questão levantada pelo vereador da CDU, Carlos Almeida, sobre a aplicação do programa de apoio à redução tarifária (PART) nos transportes públicos.
Teotónio dos Santos anunciou que esta redução tarifária vai abranger mais de 20 mil utilizadores dos TUB e revelou que o passe mais caro, que até agora custava 42, 5 euros, passa a custar cerca de 30 euros.
Mesmo assim, o vereador da CDU não acha justo que a redução só seja aplicada no título de transporte de Março e defende que os TUB têm que compensar os utilizadores, já que a redução é para 12 meses que “a verba que os TUB vão receber tem que ser aplicada na redução tarifária”.
Teotónio dos Santos justificou com o atraso do Orçamento de Estado, tendo os TUB mantido o desconto de 16 por cento que começou a ser feito o ano passado ao abrigo do PART, e afirmou não ter ainda “indicações sobre retroactivos”.
A questão foi colocada no dia em que foi aprovado, com a abstenção do PS e da CDU, a concessão do serviço público de transporte municipal aos TUB.
Sobre esta matéria, Carlos Almeida congratulou-se com a opção clara do Município de manter o serviço de transporte no operador público, mas gostaria de ver “mais ousadia do Município e da empresa municipal para dar resposta mais contundente ás necessidades da concelho e da população”.
Na óptica do vereador da CDU, continua a haver um subfinanciamento da empresa municipal de transportes. “Há um investimento que faz falta fazer e para o qual não vemos resposta neste contrato de concessão” apontou.
Mesmo a renovação da frota, que está em curso, “é insuficiente” considera Carlos Almeida.
Já para a oposição socialista, pela voz do vereador Artur Feio, mais quilómetros - previstos pela nova concessão - implicam “uma carga adicional do ponto de vista da poluição”, insistindo os socialistas na vantagem de adquirir autocarros eléctricos.
A questão mais relevante para a oposiçao socialista é a falta de “simbiose” entre o planeamento do transporte público e o planeamento urbanístico da cidade.
Artur Feio exemplifica com o projecto aprovado para mais uma unidade hoteleira, na zona da estação ferroviária, e com a construção de mais ums superfície comercial na zona de Infias. “Mais uma vez vamos ver complicada a questão da mobilidade” criticou.

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