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Viana do Castelo acolheu academias do bacalhau

Alto Minho

2019-10-22 às 11h38

Redacção Redacção

Mais de 450 participantes marcaram presença no almoço do 48.º Congresso Mundial das Academias do Bacalhau, realizado em Viana.

O concelho de Viana do Castelo recebeu um almoço que contou com a presença de 450 participantes do 48.º Congresso Mundial das Academias do Bacalhau. O congresso mundial, que foi organizado pela Academia do Bacalhau do Porto e que contou com um vasto programa, juntou meio milhar de associados, em representação de 60 delegações oriundas de todo o mundo.
O presidente da Câmara Municipal, José Maria Costa, disse, na abertura do evento que, sendo “Viana do Castelo um concelho situado à beira-mar, é berço de navegadores, casa de pescadores e terra onde se consome muito e bom bacalhau, numa ligação natural ao mar e ao rio”.

O autarca vianense homenageou o presidente honorário da Academia do Bacalhau do Porto, César Gomes de Pina, com um coração de Viana, que foi recebido pela sua esposa, como forma de gratidão pelo trabalho desenvolvido no âmbito da cultura e da solidariedade por todas as academias espalhadas pelo mundo.
Para o autarca José Maria Costa, o Congresso Mundial da Academia do Bacalhau “é um evento de referência que representa amor pelo nosso país, respeito pelas tradições e pela gastronomia portuguesa”.
O encontro decorreu sob a égide da fraternidade, da solidariedade e da reflexão sobre a essência do ser português no mundo. Este congresso serviu para que os associados partilhassem as suas experiências de acção social solidária, a sua visão sobre a presença e a imagem de Portugal no mundo e propostas para a revitalização da missão das Academias do Bacalhau no futuro.

As Academias do Bacalhau são tertúlias de amigos, genuinamente portuguesas, que se reúnem independentemente da posição social e nível cultural. Esta congregação acontece sem finalidades políticas, religiosas, desportivas, comerciais ou lucrativas, para fomentar, encorajar e desenvolver laços de amizade, cooperação e confraternização, defendendo o bom nome e prestígio de Portugal e dos portugueses.
As academias pretendem ainda divulgar os valores históricos e culturais portugueses e concretizar ações de solidariedade e de assistência moral e material a favor de pessoas carenciadas e instituições de beneficência.
Na altura, considerou-se apropriado designar as Academias com o nome do Bacalhau, uma vez que o que se pretende é congregar um grupo de ‘fiéis amigos’.

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