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Braga, sábado

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Desporto

2020-10-30 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

SC Braga não soluçou perante mexidas no onze inicial. Início arrasador permitiu gerir duelo de uma forma mais tranquilo, mas nem sempre eficaz. Gaitán estreou-se com um golo de elavada categoria. Primeiro vitória contra adversários ucranianos (1-2).

À 11.ª foi de vez. O Sporting Clube de Braga conseguiu, finalmente, colocar um verde no histórico de confrontos contra equipas ucranianas. Mais do que isso, o adversário de ontem, o Zorya Luhansk teve a paga, com dois anos de atraso, da eliminação europeia de 2018/19.
Carlos Carvalhal tinha avisado, na antevisão, que Galeno e Schettine estavam em dúvida para o duelo, e o número 90 - que vinha sendo uma das figuras dos últimos jogos -, nem sequer figurou no banco de suplentes, ao contrário de Schettine, que foi lançado na segunda parte.

Aquilo com que não se contava foi com a ausência de Sequeira, motivada por problemas físicos. Dessa foram, o técnico dos arsenalistas lançou Raul Silva para o onze, como medida de prevenção perante os tecnicistas extremos ucranianos.
À sua frente, o central adaptado ao lado esquerdo teve a companhia de Francisco Moura, o jovem aquém foi confiada a missão de substituir Galeno. O ‘menino’ passou, uma vez mais, com distinção, tendo estado muito seguro e eficaz nas suas acções, tanto ofensivas como defensivas - esteve, inclusive, muito perto de somar uma assistência, mas Schettine desperdiçou uma oportunidade clamorosa.
Outra das novidades, e que grande novidade, foi a já muito ansiada estreia oficial de Nico Gaitán, por troca com Iuri Medeiros. O criativo argentino funcionou como um ‘vagabundo’ em campo, alternando várias vezes a sua presença na linha e no corredor central, onde fez a diferença.

Antes, porém, importa realçar como tudo começou. Jogada bem desenvolvida pelo corredor direito, com Esgaio a aparecer bem para o cruzamento bem medido para o desvio, à ponta de lança. de Paulinho.
O primeiro tiro no porta-aviões dos ucranianos estava dado logo aos quatro minutos, mas a maior machadada veio pouco depois, com um momento de elevada categoria de Gaitán. Raul Silva ganhou a bola em zonas adiantadas, serviu o número dez que, de primeira e com uma colocação assinalável, atirou, de pé esquerdo, ao ângulo da baliza de um impotente Vasilj.

Com 0-2 aos 11 minutos, coube à formação guerreira gerir, melhor ou pior, os vários momentos da partida. O Zorya tentou muito, esbarrou sempre numa linha defensiva quase imaculada e ainda desperdiçou uma ou duas ocasiões flagrantes, assim como o SC Braga, que não conseguiu sair com a folha limpa, já que no último minuto de compensação Vasinevia reduziu distâncias e fixou o resultado final. SC Braga segue na liderança com os mesmos seis pontos do Leicester e, para a semana, há duelo em Inglaterra.

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