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Braga, sexta-feira

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Desporto

2019-09-24 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Guerreiros do Minho vão no terceiro jogo consecutivo sem vencer no campeonato. Na recepção ao Marítimo, os arsenalistas andaram sempre a correr atrás do prejuízo, tendo pela frente uma barreira chamada Amir. Não dá para jogar sempre na Europa?

Não está fácil a vida da equipa de Sá Pinto, que já não vence no campeonato há três jogos. Pela frente, na noite de ontem, os arsenalistas tiveram os insulares do Marítimo, que valha a verdade, também não viviam um contexto melhor. Com os mesmo pontos, Guerreiros e verde-rubros procuravam nesta sexta jornada encontrar alguma luz, que lhes iluminasse o caminho daqui em diante.

Nas contas da I Liga, o SC Braga vinha de duas derrotas e, por isso, era impreterível vencer. Pelo meio, os Guerreiros tiveram essa brilhante vitória em Inglaterra e podiam capitalizar essa injecção motivacional para o duelo de ontem.
Ainda assim, a lentidão desesperante com que tudo era executado deixou tudo e todos de cabelos em pé, sendo que a situação piorou assim que a defensiva bracarense ficou a dormir e deu espaço a que o velocíssimo Daizen Maeda fosse por ali fora até Pablo não ter outra opção se não o travar. Ainda tentou cometer a infracção fora da área, mas a verdade é que dali resultou uma grande penalidade que o próprio avançado nipónico tratou de converter em golo. Sem saber nem como nem porquê, os arsenalistas estavam em desvantagem, mas a incapacidade de imprimir velocidade no seu futebol e as dificuldades para jogarem entre as linhas bem juntas e recuadas do Marítimo não permitiam outra coisa que não a desvantagem.

Mexeu, e bem, Sá Pinto para a segunda parte, lançando Hassan para o lugar do apagado Claudemir. A diferença, bem... foi como da noite para o dia. Mais velocidade, mais duelos ganhos, maior pressão, enfim... mais tudo. Nem mesmo o penálti desperdiçado por Paulinho fez o SC Braga deprimir, já que logo no minuto seguinte, na raça, o ponta-de-lança arsenalista, a aplicar um remate de raiva que Rúben Ferreira desviou para a própria baliza.
Perspectivava-se, daqui em diante, o assalto à baliza de Amir, que foi erguendo uma muralha entre os postes, parando todas as tentativas. Contudo, novamente contra a corrente do jogo, Matheus abordou mal um lcruzamento e Banbock recolocou os insulares em vantagem.
Havia ainda 20 minutos para jogar e logo apareceu de novo Paulinho, a responder de cabeça a um cruzamento de André Horta. Faltava um quarto-de-hora e todas as setas foram apontadas na direcção de Amir, que esteve inquebrável até ao fim.

Ricardo Sá Pinto: “Mais um jogo em que merecíamos muito mais”

Falta de sorte, falta de eficácia, más decisões da equipa de arbitragem... Tudo explicações para nova perda de pontos do Sporting Clube de Braga, na recepção ao Marítimo da sexta jornada da I Liga.
Pelo menos é essa a opinião do treinador Ricardo Sá Pinto, que lamentou o facto da sua equipa não ser sido, mais uma vez, feliz num jogo em que fez tudo para merecer mais do que o empate.
“Fomos, mais uma vez, um bocado infelizes neste jogo, como já tinha acontecido no último jogo. Conseguimos criar várias ocasiões para marcar, não finalizámos, sofremos golo, corremos atrás do resultado, conseguimos o empate e, quando estávamos prontos para atacar com tudo, para dar a volta ao resultado, acabámos por sofrer o segundo golo. Não estávamos à espera, foi numa altura em que estávamos a mandar na partida e tínhamos um forte caudal ofensivo.

O Trincão estava para entrar”, considerou o treinador para logo comentar a arbitragem, considerando que houve vários erros que prejudicaram os bracarenses: “há penáltis por marcar. Na primeira parte é um penálti por marcar, no último lance do jogo acho que também há um penálti sobre o Galeno, quando faz o passe para o João [Novais]. O segundo golo do adversário é em falta... Muitos lances”.
Sá Pinto não tem dúvidas de que o SC Braga merecia mais - “merecíamos mais, voltamos a merecer mais. Não conseguimos ganhar um jogo que era nosso, que precisávamos de ganhar por questões pontuais” -, mas voltou a afirmar que a equipa está forte, motivada pelos resultados da Liga Europa e que sabe o que tem que fazer: “estamos fortes, motivados pelos resultados europeus, cientes do trabalho que temos feito e do que temos que fazer”.

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